Segundo a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) a situação é desfavorável na segunda maior cidade do Iraque. O número de relatórios enviados às agencias solicitando ajuda é alarmante. Crianças estão sendo submetidas a uma violência terrível, sofrendo ataques que podem causar traumas que serão lembrados durante toda a vida por essas crianças.

Há relatos de que essas crianças estão até sendo usadas como escudo humano

Em outubro de 2016, o Iraque, com apoio militar dos Estados Unidos, introduziu uma força ofensiva sobre a cidade de Mossul e áreas vizinhas com intenção central de retomar o controle sobre o território que atualmente está sob o controle do Estado Islâmico.

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Uma parte da cidade foi declarada como liberada no mês de janeiro deste ano, sendo esta a metade oriental e, no mês seguinte, começou o processo de liberação da outra parte da cidade que seria a metade ocidental.

No meio desse confronto, cerca de 250 mil pessoas continuam retidas em uma pequena área da cidade e, como nenhuma delas tem condições de sair do local onde está ocorrendo o fogo cruzado para que possam ter mínimas condições de vida, estão sendo submetidas e experiências realmente apavorantes. O problema não se encontra apenas em sair da cidade, mas sim devido a possíveis ataques de artilharia e aéreos que já ceifaram vidas que tentaram sair do local.

Cerca de 26 corpos foram encontrados ao redor de Mossul apresentando indícios de tortura, algemas e com os olhos vendados. A falta de medidas aparente do governo em relação ao motivo da morte vai contra as declarações relacionadas à proteção e bem-estar da população.

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Além de estarem detidas pelas forças iraquianas, adultos e crianças estão sendo forçados a participarem do conflito e da violência, afirma o representante da Unicef no Iraque, Peter Hawkins.

Já faz algum tempo que o #Estado Islâmico e o Iraque reforçam toda essa hostilidade, usufruindo da violência e do caos para conquistar o seu objetivo, porém toda essa #Guerra está apenas gerando morte e dor para os envolvidos e os que estão detidos diretamente no fogo cruzado. O problema também se encontra nos recursos, já que água e comida são os primeiros a se esgotarem em uma guerra. Sendo assim, as pessoas que são mantidas no campo de batalha acabam se expondo às situações de calamidade, ou seja, são submetidas a situações de violência desenfreada, fome alarmante e escassez de recursos vitais. #Guerra Civil