Um homem foi preso pela polícia acusado de ter violentado sexualmente um bebê na segunda-feira (19), no estado de Bayelsa, na Nigéria. O acusado de ter cometido o #Crime foi identificado como Oku Ekanem, de 50 anos. Para as autoridades locais, ele é o principal suspeito de ter abusado sexualmente de um bebê de apenas 1 ano e 3 meses. Segundo informações da polícia, ele é morador do estado de Akwa Ibom, também na Nigéria. O incidente causou indignação entre os moradores de Yenagoa, capital do estado

Conforme informações da imprensa local, o homem foi preso pela Operação Doo Akpo. De acordo com a polícia local, o incidente aconteceu por volta de 1h da segunda-feira.

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O caso provocou raiva entre os moradores, principalmente entre a Federação Internacional de Mulheres Advogados.

Segundo o suspeito, ele relatou que era amante da mãe da criança, identificada como Bendice Joshua, de 40 anos. Conforme informações divulgadas pela mãe da vítima, ela teria pego o acusado em flagrante no momento em que ele estava abusando do bebê. Ainda de acordo com a mãe da menina, ela ficou chocada quando presenciou toda a cena.

"Aconteceu na segunda-feira, cerca de 1 da manhã. Eu estava assistindo a televisão com meu vizinho até tarde. Não demorou muito, ouvi o grito da minha filha e corri para onde o choro estava Fiquei chocado quando o vi (Ekanem) contaminando minha filha. Ele afirmou que era o trabalho do diabo e eu disse a ele que esta seria a última vez que o diabo o usaria e que eu tomaria o assunto a sério.

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Ele implorou e fechou a porta para evitar que eu chamasse os vizinhos. Mas eu o enganei e corri para fora com minha filha para chamar a equipe da patrulha policial em nossa junção. Ele foi preso, mas ele negou o ato. Mas um teste realizado no hospital mostrou que a menor foi violentada (sic)", disse a mãe da vítima.

Reagindo ao incidente, a presidente da FIDA no estado de Bayelsa, Dise Ogbise Erhisere, confirmou o fato, descrevendo-o como "ação bárbara e perversa para impedir o desenvolvimento saudável da criança". "É bárbaro e desumano. Condenamos e pedimos às mães que estejam vigilantes e cuidadosas com a garota ", disse ela. Segundo informações de imprensa local, teria entrado em contato com o porta-voz do Comando da Polícia do Estado de Bayelsa, o Sr. Asinim Butswat, para relatar sobre o caso, mas não conseguiu. O caso contínua sendo investigado.

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