Uma mulher foi presa e condenada, nesta quinta-feira (22), no Zimbábue, a 23 anos de prisão por matar a enteada. Como se não bastasse a tamanha crueldade com a vítima, a acusada ainda introduziu um vibrador nas partes íntimas da menina. A acusada de ter cometido o #Crime bárbaro foi identificada como Tendai Happiness Bwanya, de 47 anos.

A vítima é Rumbidzai Ndoro, de apenas 6 anos. A mulher foi condenada por homicídio pelo juiz do Supremo Tribunal, Charles Hungwe. O crime aconteceu em agosto do ano passado. Segundo informações, na ocasião, a mulher matou a criança com a alça de um machado. Em seguida, introduziu aparelho na vítima.

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Ao julgá-la, o juiz expressou seu choque na falta de coração da acusada. Hungwe relatou que a vítima sofreu muito nas mãos da madrasta. Ela não teria provocado sua madrasta para puni-la do jeito que Tendai fez.

"A natureza horrenda das feridas que estavam no corpo da criança no momento em que foi encontrada fala muito do tratamento desumano e dos horrores que ela passou em suas mãos enquanto ela ainda estava viva", disse o juiz. Hungwe disse que eram pessoas como Bwanya que mancham a imagem de todas as madrastas por causa do tratamento desumano a que submeteu a criança de 6 anos.

"É um caso muita crueldade, violência doméstica, bem como abuso infantil. É uma maravilha que você seja realmente mãe de uma criança maior que ainda está viva. Como se isso não bastasse, você foi mais longe e criou uma rede de mentiras que você disse ao seu marido, amigo, a polícia e este tribunal, pensando que você escaparia da sua punição adequada", disse o juiz Hungwe.

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Ele estava se referindo ao testemunho de Tendai no tribunal, que disse que ela havia visto um homem não identificado sair de sua casa e que a criança lhe havia dito que havia sido violentada por ele.

O juiz disse que se a criança tivesse sido estuprada de fato, Tendai não teria tentado dissuadir seu marido de fazer uma queixa e que, depois de ter saído para ir a delegacia, não deveria ter limpado o local em uma tentativa de ocultar as provas. Segundo informações, a mulher, ao ser presa pela primeira vez, escapou da custódia legal e pediu a uma amiga, identificada como Gladys Nyabereka, que fosse buscar dinheiro, roupas limpas e seus documentos de viagem, além de dispersar pessoas que se reuniam em sua casa.

Mas, algo não saiu como ela planejou, e foi presa novamente escondida de baixo da cama na casa da amiga. Nesta quinta-feira (22), Tendai foi condenada pelo crime que cometeu. #Investigação Criminal #Casos de polícia