Uma #mãe esfaqueou sua #Filha recém-nascida, com uma tesoura de cozinha, porque temia que ter um bebê prejudicasse sua carreira. Rachel Tunstill, de 26 anos, abandonou o corpo já sem vida no lixo, depois de alegadamente tê-la esfaqueado 15 vezes. O incidente aconteceu no interior do apartamento que ela compartilhava com o namorado Ryan Kelly. O caso está sendo julgado no tribunal de Preston, no Reino Unido e essa mãe está sendo acusada por homicídio, apesar de ela estar alegando que sofreu um aborto espontâneo.

Alegadamente, Rachel teria matado a filha, logo após o parto. A mulher entrou em trabalho de parto e teve a filha sozinha, no banheiro de casa.

Publicidade
Publicidade

Enquanto isso, o namorado, Ryan, estava "absorto", jogando videogame na sala.

Rachel Tunstill é formada em psicologia, com especialidade em psicologia forense e ela temia que ter uma bebê agora pudesse prejudicar sua progressão de carreira. Ao namorado, ela contou que não precisava de ajuda médica, durante o tempo que esteve no banheiro, trazendo ao mundo a pequena Mia Kelly. No dia do parto, Rachel tinha trabalhado todo o dia, antes de regressar no apartamento, em Burnley, Lancashire.

Esta jovem já tinha uma condição problemática com gestações. Ela havia sofrido "múltiplos abortos", durante o ano anterior e ela culpava um chá de ervas, que ela tomava, e que tirava o efeito da pílula do dia seguinte. Estas revelações em tribunal provaram que ela não queria mesmo ter uma filha, mas que também não tomava muitos cuidados em se proteger, deixando-se engravidar várias vezes.

Publicidade

Rachel estava trabalhando em uma casa de saúde mental, que tinha algumas regras rígidas, sobre a maternidade. O seu chefe teria sido bem claro quando falou que ela "não deveria estar no trabalho se estivesse carregando uma criança". A jovem mentiu, então, falando que ela estava sofrendo de dores no estômago e ela poderia ter escondido essa gravidez de seu chefe, com medo de ficar sem o trabalho.

A acusação alegou, no tribunal, que os abortos espontâneos aconteceram por ela querer escalar na carreira e ser mãe iria travar seus ambiciosos planos.

Inicialmente, Rachel contou que ela sofreu um novo aborto, e que estaria grávida de cinco semanas. No entanto, os exames feitos posteriormente provaram que ela estaria grávida entre 36 a 37 semanas. Ela teve que ir no hospital, após o parto, com uma hemorragia. Ela falou que estava grávida e que teria abortado. Porém, após examinarem, os médicos perceberam que parte do cordão umbilical ainda estava ligada ao útero.

A polícia foi convocada para o hospital e os oficiais encontraram o corpo de Mia Kelly no compartimento da cozinha, dentro do apartamento.

O advogado de Rachel declarou, no tribunal, que não havia provas se a bebê nasceu viva e se teria mesmo morrido das facadas. A mãe diz que não se lembra, mas nega o assassinato.

O julgamento vai continuar. #Bebê