Todos os dias, infelizmente, são noticiados em vários meios de comunicações caso de violência sexual contra mulheres. Na maioria da vezes, estes atos ilícitos são cometidos pelos próprios familiares, que são os agressores. Foi o que aconteceu com uma mulher da cidade de Kisii, no Quênia.

Ela foi amarrada pelo próprio esposo. Como se não bastasse tamanha crueldade com a vítima, o homem obrigou o filho mais velho a manter relações sexuais com ela na sua frente. O acusado foi preso e está respondendo por seus atos.

Um homem foi julgado este mês por ter supostamente obrigado o seu filho mais velho ter relações sexuais com a própria mãe.

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O indivíduo foi identificado como Justus Obwocha Motiso. Para a polícia, ele é o principal suspeito de ter amarrado a esposa e ter forçado o filho a praticar atos sexuais com a mãe.

Segundo informações no relatório apresentado pela polícia ao tribunal local, o caso aconteceu nano dia 1º deste mês, no distrito de Bonyagatanyi. Ainda de acordo com a polícia, no dia do incidente, o acusado teria despido a esposa e amarrado as duas pernas, mãos e pescoço.

Logo após, Motiso teria obrigado o filho a manter relações sexuais com ela na sua presença. Conforme informações divulgadas por imprensa local, o juiz relatou que não poderia conceder a fiança para o acusado, alegando que a população estava revoltada com ocorrido e ele poderia se linchado.

O suspeito, por sua vez, negou todas as acusações, mas o juiz decidiu mantê-lo preso em um presídio da cidade até terça-feira (20), enquanto o caso será analisado.

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De acordo com informações, uma nova audiência foi marcada para 13 de julho.

Outro caso de violência sexual foi julgado no tribunal

Segundo a imprensa local, o tribunal estava lotado de testemunhas. No mesmo tribunal também estava sendo julgado outro homem acusado de ter violentado sexualmente uma adolescente de 15 anos.

O acusado de ter cometido o #Crime foi identificado como Simon Mochoge Nyakundi. Segundo as autoridades locais ele abusou sexualmente da vítima no dia 7 passado, no bairro de Nyagisai, próximo da área central de Kisii. A Corte ouviu que o acusado ameaçou a vítima e a violentou.

O suspeito, por sua vez, negou todas as acusações. Como o acusado apresentava algum tipo de problema mental, o tribunal ordenou que ele fosse levado para o Hospital Kisii Level Six para que um psiquiatra faça a avaliação de idade e exame mental.

De acordo com informações divulgadas pela polícia local, o exame foi realizado e enviado para a delegacia de polícia de Rioma neste sábado (16). O relatório médico será enviado para o tribunal para tomar todas as medidas necessárias. Os dois casos continuam sendo investigados e ambos os acusados permanecem presos. #Investigação Criminal #Casos de polícia