Em entrevista cedida na Califórnia por representantes da Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (#Nasa) foi divulgada a descoberta de 219 exoplanetas, ou seja, planetas que orbitam fora do sistema solar pertencendo a um sistema planetário diferente do nosso.

Apesar do indício de outros planetas, a NASA afirma que são necessárias maiores informações e mais tempo coletando dados. Além disso, dos 219 "novos" planetas, 10 são muito similares à Terra, apresentando crosta, água e órbitas semelhantes ao do nosso "planeta água". "Com 219 novos mundos potenciais por aí, alguns poderiam ser habitáveis ​​e 10 deles como os nossos", publicou a NASA em seu perfil oficial no Twitter.

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Essas informações foram coletadas pelo telescópio Kepler e fazem parte de quatro anos de pesquisa.

A NASA possui uma tecnologia de ponta e pesquisadores atentos e astutos que trabalham muito bem para dar a garantia necessária de que nada de grande importância passe despercebido pela pesquisa. Assim sendo, a equipe de cientistas inseriu simulações com "sinais de trânsito" e utilizou informações armazenadas em seu próprio banco de dados para confirmar com maior certeza de que se tratavam, de fato, de planetas. Com a utilização dessa técnica, muitos objetos foram "reprovados" como planetas e a mesma pôde ser aprimorada pela Agência.

A NASA possui um acervo muito grande de descobertas fantásticas do universo. As pesquisas e resultados obtidos através delas são de grande valia para entendermos melhor tão complexo "vácuo cósmico" em que vivemos.

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A estação desenvolve satélites espaciais e sondas de pesquisa que coletam informações a serem inseridas no seu extenso "catálogo", as quais facilitam a compreensão e o conhecimento desde os nossos "vizinhos", até de planetas muito mais distantes.

Em fevereiro deste ano, a NASA anunciou a descoberta de um novo sistema planetário com 7 planetas, todos de algum modo similares à Terra. Três desses planetas foram considerados habitáveis pela Agência por possuírem água em estado líquido. Na época da divulgação da pesquisa pela Universidade de Liége, Bélgica, o novo sistema foi apontado como o maior já descoberto em termos de semelhanças com a Terra.

Em maio desse ano, a sonda Juno fez um "mergulho" na atmosfera do planeta Júpiter para analisar a sua magnetosfera, o que iria ajudar na compreensão da formação inicial do sistema solar. O mergulho obteve resultados de grande magnitude, uma vez que fez os cientistas repensaram as ideias que tinham sobre o nosso gigante.