A possível ocorrência de uma #Terceira Guerra Mundial está cada vez mais preocupando estadistas e civis por todo mundo. A preocupação passa por conta de uma briga histórica entre dois países, divididos pelo maior oceano do mundo: o Oceano Pacífico.

De um lado dessa briga está a Coreia do Norte – tendo uma extensão menor que o estado do Ceará, que é, por sinal, um dos menores estados brasileiros. Do outro está o gigante Estados Unidos da América, maior que o Brasil inteiro. A dimensão entre um e outro é gigantesca, mas a audácia do menor supera a do maior.

No entanto, essa audácia não vem de forma impensada, porque por trás do pequeno há um gigante protetor: a China.

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É esta “sutil” proteção que pode gerar um conflito de escala planetária, envolvendo países que são aliados da China e outros dos EUA.

Mas essa confusão não é de agora. O relato do embate entre o Tio Sam e a família dos ditadores da #Coreia do Norte remonta há mais de 50 anos.

Como começou o desentendimento dos dois países?

Após a #Segunda Guerra Mundial, os países envolvidos viram o desastre que causaram e decidiram firmar vários acordos para que não houvesse mais conflitos intercontinentais. Foi nessa mesma época que foi criada a ONU (Organizações das Nações Unidas) para diminuir as guerras, que vitimizam milhares de inocentes.

Logo depois da criação dessas instituições antiguerras e já na década de 1950, surge a rivalidade entre dois grandes países: os Estados Unidos e a União Soviética.

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Os americanos representavam a bandeira capitalista, enquanto que os soviéticos representavam o socialismo.

Essa época ficou conhecida como Guerra Fria, que era a disputa indireta dos EUA e URSS, também divididos pelo Oceano Pacífico. Nesse momento, o mundo passou a ficar dividido e cada país teria que fazer sua escolha.

A separação das Coreias e suas alianças

Após a Segunda Guerra – depois da derrota do Japão, que estava no controle da península coreana desde 1910 – a Coreia, que antes era uma só, passou a ser duas: Coreia do Norte e Coreia do Sul. Os norte-coreanos aliaram-se aos soviéticos e chineses, deixando a Coreia do Sul sem defesa e sem escolha. Mas o Tio Sam abraçou os sul-coreanos e os protegeu como pôde.

Com isso, a Guerra Fria passava pelo seu primeiro conflito indireto entre a Coreia do Norte, financiada pela URSS e China; e a Coreia do Sul, financiada pelos EUA. Ninguém venceu essa guerra. O que aconteceu foi apenas um cessar-fogo entre os dois países. Até hoje as duas Coreias não assinaram um tratado de paz, ou seja, na teoria elas ainda estão em guerra.

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Por que pode acontecer uma Terceira Guerra Mundial se só há dois países?

Basta apenas um pequeno embate entre o Norte e Sul das Coreias para que os gigantes sejam acionados. Trump já se mostra insatisfeito com os testes de mísseis do líder norte-coreano Kim Jong-un. Um exemplo recente foi o abate nesta terça-feira (11), por parte dos americanos, de um míssil balístico de alcance intermediário.

Por conta de tudo isso que o mundo hoje se tornou um barril de pólvora. Cada míssil que o ditador norte-coreano insiste em testar no Pacífico pode ser comparado a um fósforo que passa sempre muito perto de um chão coberto por gasolina. Caso esse fogo alcance a gasolina, milhões de bactérias morrerão, assim como milhões de pessoas serão dizimadas, caso haja uma Terceira Guerra Mundial.