Conforme informações de uma reportagem publicada na quarta-feira (05) pelo portal britânico Daly Mail, uma adolescente ficou chocada quando descobriu que tinha sido vítima de um #Estupro coletivo durante uma festa realizada na casa de um dos agressores.

O #Crime só veio à tona quando a polícia descobriu as filmagens do estupro em uma câmera do GoPro, seis semanas depois do ocorrido. Conforme informações repassadas pela polícia, o vídeo de 17 minutos de duração mostra um grupo de homens violentando sexualmente uma adolescente de 16 anos, dentro de um quarto, há dois anos.

Os acusados foram identificados como Kurt Stevenson, de 26 anos, Andrew Waters, de 24 anos, e Tristan Carlyle-Watson, de 26 anos.

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Os acusados se declararam inocentes das múltiplas ofensas. Segundo informações divulgadas pela Associated Press da Austrália, o júri de Sydney foi informado que a menina foi convidada para a festa realizada na casa de um dos suspeitos através da rede social Facebook.

Conforme relatos, a vítima tinha pedido para um dos acusados "cuidar dela", enquanto usava drogas e consumia bebidas alcoólicas. A promotora Sharon Harris disse que um homem pode ser ouvido no vídeo, se gabando: "Um por um”.

Acusados se defendem

A Sra. Harris relatou que a vítima não pode se lembrar do que aconteceu. Segundo a promotora, a jovem ficou "chateada" quando os policiais revelaram que tinham as filmagens. A adolescente pode ser ouvida dizendo que está cansada e quer dormir. Um homem, então, disse: "Eu vou te pegar nesta festa."

Em seu discurso de abertura, o advogado de Stevenson, identificado como Michael Smith, disse que seu cliente teve relação sexual com a vítima, mas foi com o contimento da garota.

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Ainda de acordo com o advogado, o seu cliente não tinha ideia de que estava sendo filmado e em várias ocasiões pediu para que ps outros acusados saíssem do quarto. "Não assista a um #Vídeo de duas dimensões, de má qualidade e faça as suas ideias sobre este caso", disse o advogado.

Ainda segundo ele, a vítima pode ser vista no vídeo colaborando com os acusados. De acordo com o advogado de Carlyle-Watson, identificado como Paul Glissan, a vítima disse que estaria "participando ativamente do sexo". Entretanto, o julgamento dos acusados contínua.