Uma jovem mãe morreu de uma #Doença rara que destruiu sua carne. Supostamente, ela pegou essa doença depois de ficar ferida em seu pulso esquerdo, durante um jogo sexual. A jovem Katie Widdowson, de 23 anos, foi ao hospital em dor agonizante, após a lesão, mas foi enviada para casa, com analgésicos para as dores. No dia seguinte, aumentaram as dores, seu braço ficou ferido e inchado, e no caminho para o hospital, ela acabou sofrendo uma parada cardíaca, que seria fatal, momentos mais tarde.

O caso está agora sendo investigado em um inquérito no tribunal de Birmingham, na Inglaterra, depois dessa fatalidade que aconteceu na vida dessa jovem mãe, e que deixou destroçado seu namorado, Dean Smith, e o seu filho.

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Tudo aconteceu após uma brincadeira sexual com Dean. A jovem estava amarrada na cama, quando feriu seu pulso e teve mesmo que ir no hospital, por estar com tantas dores. Inicialmente, ela foi atendida em West Midlands, mas ela foi mal diagnosticada e eles não relevaram a situação. O médico examinou seu pulso e prescreveu analgésicos, para diminuir suas dores, achando que seria suficiente para resolver esse caso.

No entanto, no dia seguinte, seu problema havia se propagado muito e Katie acabou sofrendo uma parada cardíaca na ambulância, quando seguia para o hospital. Foi já no hospital que ela acabou morrendo, no dia 2 de janeiro.

Os exames após a sua morte provaram que esta jovem mãe havia contraído a Fasciite necrotizante, conhecida mais comumente como um vírus que come carne. A doença assassina pode ser causada por um pequeno corte na pele e pode se transformar rapidamente em uma bactéria mortal.

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Família fala em negligência

Agora, após a tragédia, a #Família de Katie culpa o hospitall Good Hope, em Sutton Coldfield, West Midlands, que não conseguiu diagnosticá-la corretamente. Alegadamente, a jovem não foi vista por médicos sêniores, mas sim por um jovem indiano, que havia chegado na inglaterra há somente quatro meses.

No inquérito, Emma Brown, uma médica legista, falou que Katie deveria ter ficado internada e ter sido sido submetida a cirurgia imediatamente. "Eles (os médicos) ignoraram flagrantemente a situação em que Katie se encontrava. Ela precisava de observações regulares e contínuas e outras investigações. Estes não foram realizados. Se Katie tivesse permanecido no hospital, é claro que sua morte teria sido evitável", descreveu ela no tribunal.

Seu namorado, Dean, de 25 anos, um cozinheiro chefe, disse ao inquérito que ele amarrou Katie com uma corda durante um jogo de sexo. O casal morava junto, com seu filho e teriam se entusiasmado um pouco mais, na noite do réveillon.

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Foi a mãe de Katie quem explicou o sucedido: "Eles chegaram em casa por volta das 6h da manhã e eles tiveram relações sexuais e ela estava amarrada. Eles eram um casal amoroso e não é interesse de ninguém o que eles fizeram atrás de portas fechadas".

#Justiça