Tammy Anderson contou sua história horrível, passada na urgência de um #Hospital, na Inglaterra. A mulher, de 33 anos, contatou o serviço de emergências, desde casa, contando que havia acabado de sofrer um #aborto espontâneo. Do outro lado da linha, uma parteira pediu para ela ir para o hospital, mas que levasse seu bebê. Desolada com o sucedido, ela saiu de casa e se dirigiu para a urgência, colocando o bebê Archie, na sua mala. Porém, o que ela não estava pensando é que teria que esperar, durante três horas, em uma sala lotada, com seu bebê na mala.

A mulher ficou traumatizada, por ficar três horas em uma sala de urgência, com várias crianças e pessoas doentes, e ela com o cadáver do seu bebê, do lado.

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"Foram três horas horríveis que eu nunca irei esquecer".

Como ela abortou espontaneamente

Tammy contou que já havia passado mal no mês anterior, e viu mesmo sangue escorrendo para suas pernas. Ela telefonou para a emergência e aí falaram que ela teria abortado. Porém, ela nem quis acreditar e continuou pensando que estava tudo bem com seu bebê, mas no mês seguinte, seu corpo expeliu o bebê, que já tinha nome. Ele se iria chamar Archie e era seu primeiro bebê, do seu relacionamento com Shaun Hammond, de 44 anos.

Ela tinha dois outros filhos, de anteriores relacionamentos, incluindo uma menina de 14 anos, que ajudou a cortar o cordãozinho do seu irmão. "Minha filha foi muito valente, colocando todos os seus medos de lado para que ela pudesse me apoiar. Ela viu coisas que nenhuma criança deveria ter que ver", contou a #mãe.

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Queixas do atendimento no hospital

Depois disso, ela contatou então a emergência e foi aí que ela foi levada para a urgência, onde ficou todo esse tempo sem ser atendida. Desolada com sua perda, ela se sentiu desrespeitada por ter que esperar nessas condições: "Eu tinha Archie enrolado em um cobertor dentro da minha bolsa porque eu não conseguia olhar para ele. Eles não me trataram como um ser humano, não havia nenhuma compaixão ou respeito".

Quando foi atendida, o médico falou que ela seria contatada, para ter ajuda psicológica, rapidamente, o que também não aconteceu assim tão rápido. Tammy contou que o que aconteceu com ela e seu marido seria sempre traumático, mas que a forma como tudo aconteceu, agravou mais ainda sua dor, deixando-a "irritada e chateada".

Um porta-voz do hospital confirmou o incidente, dizendo que está sendo investigado. "Estamos muito tristes ao saber da má experiência da senhora Anderson conosco. Nós sabemos que é um momento difícil e doloroso para todas as mulheres e pretendemos oferecer-lhes apoio, tanto quanto pudermos", contou Kathryn Halford, enfermeira-chefe.