São tantas as histórias que ouvimos hoje em dia envolvendo as opções sexuais das pessoas que chegam, por vezes, a nos surpreender. Infelizmente, algumas notícias não são tão boas e acabam envolvendo a polícia e a Justiça, afinal não vale tudo para satisfazer os nossos desejos mais íntimos. Tudo que é feito sem o consentimento do outro pode se tornar um crime e a pessoa receber um julgamento pelo ato.

Uma história chocante ganhou os noticiários de todo o mundo nos últimos dias. Uma mulher de nome Gayle Newland, de 27 anos, moradora de Manchester, foi condenada após ser acusada de agressão sexual por uma outra mulher, considerada sua amiga.

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Gayle é acusada de fingir ser homem para manter relação sexual com uma amiga. Segundo relatos da vítima, a acusada a obrigava a usar uma venda nos momentos em que estavam juntas e usava uma prótese peniana na hora do #sexo para se passar por homem. Ela é acusada também de colocar ataduras nos seios para diminuir o volume dos mesmos e de disfarçar a voz, tudo com o intuito de parecer um homem de verdade. A vítima disse que só descobriu que estava se relacionando com uma mulher quando resolveu tirar a venda em um desses encontros amorosos.

Essa situação durou mais de 2 anos, e elas mantiveram relação por mais de 10 vezes. A ré nega tudo que foi relatado pela acusadora e disse que a amiga sabia que ela fingia ser Kye Fortune, um personagem fictício que ela criou no Facebook na adolescência, usando fotos e vídeos de um homem americano, homem esse que ela interpretava ser nesses encontros e enquanto não aceitava muito bem a sua sexualidade.

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Gayle nega que tenha pedido para que a vítima usasse uma venda nos vários encontros que tiveram no apartamento da mesma. Além disso, segundo a acusada, ela chegou a passar muitas horas conversando com a suposta vítima no telefone e que ao todo passaram mais de cem horas juntas.

Esses encontros aconteceram no ano de 2013 e a ré tinha recebido, em 2015, uma condenação de 8 anos de cadeia, mas após apelar contra a decisão, a sentença foi anulada em dezembro de 2016. Como o caso foi visto como injusto e realizado sem nenhum equilíbrio, um novo julgamento foi marcado.

Nesse novo julgamento, a ré recebeu condenação em 3 acusações de agressão sexual. Gayle não recebeu muito bem essa decisão e chegou a chorar no banco dos réus, balançando a cabeça e dizendo que não podia voltar para a cadeia.

O que você leitor achou da decisão da Justiça? Conhece alguma outra história louca como essa? #Casos de polícia