O jornal El Espectador anunciou uma investigação em que sete jogadores do Independiente Santa Fe, time da Colômbia, estão envolvidos em um caso de suposto #Estupro coletivo. Dos sete atletas, somente um, Carlos Mario Arboleda, teve a identidade revelada.

A reportagem diz que o caso ocorreu durante uma festa realizada em 31 de janeiro, mas somente agora foi revelado. De acordo com o jornal, os sete jogadores estavam celebrando o título da Super League 2017, conquistado frente ao Deportivo Independiente Medellín, quando teriam estuprado uma jovem, primeiramente contratada para envolvimento sexual com apenas um deles.

O caso é muito grave e promete abalar o #Futebol mundial.

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Uma jovem teria sido chamada para um hotel, onde os jogadores se encontravam e a festa decorreu até às 3h da manhã do dia 1º de fevereiro. Outras mulheres também teriam sido chamadas, mas essa jovem, que mais tarde fez a denúncia, apenas foi contratada para dormir com um dos jogadores, que teria sido o lateral direito Arboleda.

A mulher disse que várias meninas foram chamadas para essa festa e que ela concordou em ter relações sexuais com o jogador Carlos Mario Arboleda. Tudo estava normal e resolvido economicamente e, mais tarde, ela regressou para o salão do evento principal, localizado no primeiro andar do hotel. Ela ficou dançando e bebendo uísque, quando foi abordada por um outro jogador, que não foi identificado.

Supostamente, o atleta ofereceu 500 mil pesos colombianos (aproximadamente R$ 550) por um "pouco de sexo" com ela.

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A jovem foi com ele para o quarto, situado no segundo andar, onde foram interrompidos, pouco depois por outros seis jogadores, que também queriam participar.

Ela estava nua, mas disse que não aceitava, que não queria. No entanto, o jogador interrompeu-a, dizendo: "Não façam caso, aproveitem".

Indiferentes à vontade da jovem, os jogadores se despiram e a pegaram, um por um. "Fizeram de mim o que quiseram, me pegando de todas as formas, e cada um o fez comigo", revelou a jovem, que afirmou que não queria, mas que eles não a deixaram ir.

Finalmente, ela ficou a sós com Arboleda e o jogador que a contratou depois, momento em que o próprio Arboleda a liberou, dizendo que ela poderia sair. No entanto, o jogador que a havia contratado se recusou em pagar os 500 mil pesos colombianos acordados e foi aí que ela fez a denúncia à procuradoria de Paloquemao.

De acordo com a reportagem do jornal El Espectador, não existem informações sobre como está o andamento do caso na #Justiça, mas eles informam sobre a possibilidade do próprio clube, o Santa Fe, ter chegado a um acordo financeiro com a suposta vítima, que teria sido indenizada.

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O presidente do clube, César Pastrana, negou essa possibilidade: "Nunca recebemos notificação do Ministério Público ou qualquer autoridade sobre este caso. Rejeitamos qualquer tipo de violência e fomos surpreendidos pela situação declarada pelo jornal".

A Radio W falou com Carlos Mario Arboleda. O jogador negou todas as acusações e disse que não havia nenhuma festa, havia apenas um jantar para comemorar e todos os jogadores estavam com suas famílias.