Três #mulheres estão sendo acusadas pelo #Estupro de um homem. O caso está sendo julgado no tribunal de Bullawayo, no Zimbabué, onde estão sendo revelados os detalhes desse suposto crime. Entretanto, as mulheres negam a tese de estupro e falam que "estavam brincando". Alegadamente, o homem foi na casa das agressoras, para exigir um dinheiro que elas estariam devendo para ele. Foi aí que duas das mulheres o agarraram e o despiram, enquanto uma outra o estuprou.

As três mulheres estão sendo identificadas como Sandra Ncube, de 21 anos, Riamuhetsi Mlauzi, de 23, e Mongo Mpofu, de 25, e já foram apresentadas no tribunal. Enquanto isso, o homem está tendo sua identidade protegida, mas está sendo revelado somente que ele era pastor em uma igreja, no Cowdray Park.

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De acordo com o procurador, que apresentou o caso no tribunal, o homem tinha ido para a casa das três mulheres para receber um dinheiro que lhe era devido. Chegado no local, ele foi convidado para entrar na casa e assim o fez.

Assim que entrou na casa, ele contou que foi agarrado por uma mulher que envolveu sua cintura e puxou suas calças para baixo, enquanto outra mulher o começou acariciando. Foi aí que as três mulheres o forçaram a se deitar na cama, enquanto o despiam completamente. O homem teria tentado afastá-las, mas seu esforço não foi bem sucedido. Enquanto duas mulheres o seguravam na cama, Sandra Ncube colocou um preservativo no homem e teve relações sexuais com ele, sem seu consentimento.

Elas negam estupro e falam em 'teste'

Apesar das acusações, as três mulheres negam o estupro, mas admitem terem agredido ele, em um ataque indecente.

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"Nós estávamos brincando por causa de seu culto. Nunca pensamos que ele levaria isso à sério", contou Sandra, no tribunal, se referindo para a #Religião do pastor. Elas acreditavam que seu culto não o impediria de ter desejo sexual.

Mongo Mpofu negou ter participado nesse estupro, mas admitiu ter levado os preservativos no quarto, onde a agressão sexual teve lugar. Ela contou ainda que elas só fizeram isso para "consertar" o pastor, que elas acusaram de ter alguns comportamentos indecentes.

Mongo contou que todos sabiam que esse pastor tinha por hábito espiar as mulheres quando elas estavam peladas, se banhando. Ela contou mesmo que ele já havia feito isso com ela, entrando em sua casa, durante o banho, só para olhá-la despida. Apesar de ele ter, aparentemente, essa curiosidade, ele dizia que era um "homem de Deus", e que não era capaz de se entusiasmar com as mulheres, por causa de sua religião.

Por isso, elas teriam feito isso mais para provar se ele era mesmo tão dedicado a Deus e se ficava ou não "animado" na presença das mulheres.

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"Eu só queria ver se ele seria despertado ou não", contou Mongo, no tribunal. Também Mlauzi deixou um testemunho parecido, contando que ela só queria provar para o pastor que ele tinha 'sentimentos como todos os outros'. "Eu só queria que ele visse que ele não era especial e que não era imune à excitação sexual como todos os outros homens", revelou a suposta agressora.

Ela contou ainda que assim que o acariciou, ele "despertou imediatamente", e que era só isso que elas queriam saber.

Apesar de suas declarações, o homem está alegando que foi mesmo vítima de estupro, completamente contra sua vontade. Ele foi levado a um hospital, para ser examinado e o relatório será entregue no tribunal dos magistrados. Entretanto, as mulheres vão ficar detidas, até o dia 7 de agosto, quando vai acontecer o julgamento.