Três adolescentes foram presos pela polícia acusados de sequestro, agressões sexuais e transmitir tudo ao vivo pelo Facebook, na cidade de Mississippi, no estado de mesmo nome, nos Estados Unidos. Um dos acusados, identificado com Haleigh Alexis Hudson, de 19 anos, entregou-se à polícia no final da tarde desta quarta-feira (12). Os outros dois suspeitos, Ezzie Johnson e Kadari Fabien Booker, ambos de 17 anos, foram presos horas depois por acusações de filmar as agressões sexuais.

Johnson, que supostamente gravou o crime sexual e físico contra uma mulher de 23 anos, na casa de Hudson, antes de publicá-lo on-line, será acusado como adulto, disse o policial da Gulfport Leonard Papania a jornalistas durante uma conferência de imprensa na quarta-feira.

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O #Vídeo com as cenas chocantes foram postadas no Facebook, mas foi apagado algum tempo depois. Porém, durante o período que ficou on-line teve mais 84 mil visualizações e foi compartilhado mais de 1,5 mil vezes.

"Mais uma vez estamos testemunhando o lado sombrio das mídias sociais. Esses mandatos demonstram nossa crença sobre esses três indivíduos e seus atos criminosos. No entanto, não posso deixar de ser perturbado pelo incrível número de partes e pontos de vista deste evento grosseiro e desprezível”, disse o policial Leonard.

Segundo informações, a polícia havia recebido uma chamada relatando um assalto na residência. Ao fazer uma busca pela casa para encontrar algumas pistas sobre o assalto, encontraram o vídeo que continha as cenas de agressões sexual e física. O vídeo de 15 minutos, carregado de palavrões, começa dentro de um banheiro, com um homem de pé sobre uma mulher enquanto segura seu pênis e exige que ela faça sexo oral com ele.

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Alguns usuários no Facebook disseram que a vítima tem necessidades especiais. O policial relatou que as afirmações dos usuários de mídias sociais seriam investigadas e que as acusações adicionais de abuso de um adulto vulnerável seriam arquivadas se não fossem confirmadas.

Em determinado momento do vídeo, uma voz feminina pode ser ouvida dizendo que a vítima não iria para casa até que ela realizasse o sexo oral. "Ela não vai para casa. Ela está presa ela vai chupar um pouco até que a garganta se dilua", diz uma voz no vídeo.

Os investigadores acreditam que Johnson e Hudson conheciam a vítima antes do das agressões sexuais e físicas. O caso está sendo investigado pela polícia local. #Crime #Casos de polícia