O sinistro caso envolvendo uma criança de 3 anos intriga autoridades da Índia e repercute na imprensa local e internacional. Conforme o portal de notícias Times of India, de terça-feira (19), a menina, que morava na casa de um homem de 50 anos com a mãe, empregada doméstica contratada pelo sujeito, foi vítima de magia negra – veja as manchetes.

Segundo a imprensa, Sanatan Thakur é suspeito de tentar transformar a garota em uma boneca vodu humana, inserindo sete agulhas em seu corpo.

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O #Bizarro episódio aconteceu no distrito de Purulia.

Embora as autoridades desconheçam o tempo dos abusos sofridos pela criança, elas ressaltam que a menor está traumatizada devido a tortura e supostos abusos sexuais praticados por Thakur. As agulhas inseridas no corpo da pequena indiana, desconhecidas até mesmo por sua mãe, só foram notadas no último sábado (15), quando ela foi ao hospital em decorrência de intensas tosses.

“A menina havia sido levada para a Bankura Medical College & Hospital por sua mãe para tratamento de tosse. Mas os médicos informaram à polícia depois de verem seus ferimentos”, destaca o jornalista Sumati Yengkhom.

Conforme os médicos, o processo cirúrgico para a remoção das agulhas, na terça-feira (18), levou duas horas. Eles admitiram espanto com os objetos inseridos nos órgãos da menor, e também salientaram o semblante de terror apresentado pela menina, correspondente às torturas sofridas.

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Os objetos, de acordo com os profissionais, perfuraram diversos órgãos, inclusive o pulmão. “Antes da cirurgia, nós identificamos a presença de duas agulhas em um dos seus pulmões. Mas durante a operação, encontramos outro no mesmo pulmão, usando C-Arm, um dispositivo como a máquina de raios-X. No total, sete agulhas foram removidas. Felizmente, as agulhas não causaram nenhuma lesão interna maior”, explica Sukanta Roy, cirurgião de gastroenterologia, membro da equipe cirúrgica – confira a foto das agulhas.

Apesar da falta de detalhes sobre a forma como as agulhas foram inseridas, médicos acreditam que o perturbado sujeito usou uma técnica semelhante à acupuntura para penetrá-las na menina. Além do gastroenterologista, a operação contou com a participação de vários especialistas, entre eles três cirurgiões pediátricos, um ginecologista e anestesista.

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Em decorrência de uma lei indiana que protege a identidade dos suspeitos ainda não julgados (Lei Pocso), o acusado teve a imagem resguardada. #Curiosidades #Crime