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Antes que sites e blogs especulativos comecem a divulgar, nas redes sociais, a chegada de um #Asteroide gigante “que acabará com a Terra”, em 1 de setembro, já adiantamos que, apesar da Agência Espacial Americana (NASA) considerá-lo o maior astro identificado a se aproximar do nosso mundo, a distância entre o nosso planeta e corpo celeste, batizado Florence, é segura.

Conforme a NASA, Florence passará a uma longitude estimada de sete milhões de quilômetros, equivalente a 18 vezes a distância entre a Terra e a lua. Ou seja, qualquer possibilidade de colisão está oficialmente descartada.

Conforme Paul Chodas, gerente do Centro de Estudos de Objetos da Terra (CNEOS, sigla em inglês) da NASA, em Pasadena, Califórnia (EUA [VIDEO]), o asteroide com 4,4 km de diâmetro é considerado o maior objeto a se aproximar de nós desde que o programa entrou em atividade.

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“Florença é o maior asteroide para passar por nosso planeta tão perto desde que o programa da NASA para detectar e rastrear asteroides próximos da Terra começou", declarou o cientista na página da agência – veja o anúncio.

Segundo os pesquisadores, Florence foi descoberto há 36 anos, em março de 1981, no observatório astronômico de Siding Spring, na Austrália. O nome é uma homenagem ao fundador da enfermagem moderna, Florence Nightingale (1820-1910).

Embora o trajeto não represente perigo à Terra, a NASA destaca um fato curioso a respeito do astro. De acordo com a agência, essa é a distância mais próxima que ele chega de nós desde 1890.

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“O encontro de 2017 é o mais próximo desse asteroide desde 1890 e o mais próximo será até depois de 2500. Florença irá iluminar a nona magnitude no final de agosto e no início de setembro, quando será visível em pequenos telescópios durante várias noites à medida que ele se move nas constelações Piscis Austrinus (Peixe Austral), Capricórnio, Aquário e Delphinus (Golfinho)”.

Para os profissionais do cosmos, este encontro relativamente próximo, possibilita que eles estudem as características do asteroide de forma minuciosa, por meio de equipamentos específicos.

A NASA salienta que o Radar do Sistema Solar de Goldstone, na Califórnia e o observatório de Arecibo, em Puerto Rico, serão usados para acompanhar a passagem do astro pelas cercanias do nosso mundo.

Enquanto isso, não esqueça de acompanhar nesta segunda-feira (21), o eclipse solar nos Estados Unidos. Ele será transmitido ao vivo no site da agência.

A seguir, veja a simulação da passagem do Florence.

#Espaço #EUA