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Volta e meia asteroides e outros corpos celestes massivos se aproximam perigosamente da Terra. A verdade é que o nosso planeta está em constante perigo devido à presença desses vizinhos incômodos que vêm e vão com certa frequência. Alguns deles são monitorados de perto por agências como a #Nasa para garantir que não sejamos pegos de surpresa pela queda de um meteoro. É o caso, por exemplo, do Florence, um #Asteroide de 4 quilômetros de diâmetro que está se aproximando e passará muito perto da Terra.

O Florence, que leva esse nome em homenagem a Florence Nightingale, fundadora da enfermaria moderna, é o corpo celeste de maior proporção a passar tão próximo da Terra desde que a Nasa, a Agência Espacial Americana, começou a monitorar objetos potencialmente perigosos a rondarem a vizinhança do planeta.

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Embora não seja o asteroide a passar mais perto da Terra, com certeza, é o maior já registrado. Na sexta-feira, 1º de setembro, ele atingirá sua distância mínima da órbita terrestre, 7 milhões de quilômetros.

Apesar de chegar tão próximo, o Florence não representa perigo. Não há risco do asteroide cair na Terra e causar estragos. A distância de sua passagem, apesar de pequena em termos astronômicos, pode ser considerada segura. Para efeito de comparação, a Lua, corpo celeste mais próximo da Terra, está a uma distância aproximada de 400.000 quilômetros. E o Florence, em sua distância mínima, estará 18 vezes mais longe que o satélite natural da Terra.

Aliás, os cientistas e astrônomos consideram a aproximação do asteroide, descoberto em 1981 na Austrália por Schelte "Bobby" Bus, uma oportunidade para estudar a sua composição e obter detalhes sobre a sua superfície.

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A Nasa deverá usar radares em terra para observar o asteroide e obter algumas respostas sobre ele. Entre as informações que a agência espacial americana espera obter estão detalhes sobre a massa, rotação, tamanho, entre outras. Esses dados são importantes para determinar mais precisamente a órbita do corpo celeste e determinar se ele poderá oferecer algum risco no futuro.

E a Nasa sabe que é preciso aproveitar mesmo para estudá-lo, pois o Florence só poderá ser visto novamente de tão perto no ano 2500. Para os entusiastas que quiserem se aventurar e tentar encontrar o asteroide nos céus, essa poderá ser uma boa oportunidade. Durante a sua passagem o Florence ficará na mira de astrônomos amadores, podendo ser observado através de telescópios de pequeno porte.

No entanto é preciso certa dose de paciência e algum conhecimento do para encontrá-lo nos céus, devido ao pouco brilho. Como não possui luz própria e não conta com uma cobertura de gelo como os cometas, o Florence não passará de um ponto minúsculo e invisível a olho nu no céu noturno.

Abaixo, está um vídeo da Nasa detalhando a aproximação do asteroide.

#Astronomia