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O presidente dos #Estados Unidos Donald Trump [VIDEO] ganhou mais uma queda de braço com um dos maiores inimigos dos americanos, o Exército Islâmico. O líder do grupo terrorista, Abdul Rahman, foi morto durante um ataque aéreo do exército americano no Afeganistão. Além dele, outros três membros do EI também morreram no ataque que aconteceu no distrito de Darah-Ye Pachna, província de Kunar, representando mais um golpe para a alta liderança do grupo, segundo informou o general do exército dos Estados Unidos, John Nicholson.

A notícia foi confirmada oficialmente neste neste domingo (13), mas o ataque foi realizado na quinta-feira (11).

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Abdul Rahman era o emir provincial do Iraque e Síria-Khorasan no Exército Islâmico, segundo declaração do comando em Cabul. No dia 11 de julho, o Exército Islâmico sofria uma baixa importante com a morte do chefe do grupo, Abu Sayed, durante um ataque da forca área americana ao QG de El-Khorasan. De acordo com general Nicholson, Abdul Rahman era um dos principais nomes para substituir Abu Sayed no comando do EI.

Exército americano mata policias por engano e Trump revela plano de ação no Afeganistão

Nem sempre os americanos conseguem êxito em suas missões no território dominado por grupos terroristas extremistas. No dia 21 de julho, 16 policiais afegãos foram mortos por engano durante um bombardeio americano contra os talibãs na província de Helmand, uma operação contra os insurgentes. Os policiais haviam terminado de rastrear o povoado de Pachava e expulsar os talibãs quando os americanos realizaram o bombardeio que matou os membros da corporação policial afegã.

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A violência que assusta o Afeganistão tornou-se mais intensa nos últimos dois anos com o final da missão de combate da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) no território afegão. Atualmente o governo controla somente 57% do território do país.

Na quinta-feira (11) quando o chefe do #Estado Islâmico foi morto, o presidente Donald Trump confirmou que está próximo de revelar sua decisão sobre a quantidade de tropas dos EUA que serão mantidas no Afeganistão. A Casa Branca prometeu fazer fazer uma revisão do plano dos americanos para o Afeganistão depois de 16 anos de guerra e com a equipe de segurança nacional de Trump dividida sobre o fato enviar mais tropas ou se retirar de vez da região.

O saldo de mortes de policiais no país com a presença americana é assustadora. Foram mais de 2.500 policiais e soldados afegãos mortos apenas no período de 1º de janeiro a 8 de maio.