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Um novo disparo de míssil balístico foi realizado pela Coreia do Norte aproximadamente às 6h da manhã desta terça-feira (29, horário local). Segundo informações da TV japonesa NHK e a agência sul-coreana Yonhap, o míssil saiu de uma localidade próxima a Sunan em direção ao Mar do Japão. De acordo com as informações, ele teria cruzado o céu do Japão.

Na última semana, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou que continuaria observando as atitudes americanas e não determinaria um ataque imediato. A decisão de Jong-un foi elogiada pelo presidente americano, Donald #Trump, por afastar a possibilidade de realizar um ataque [VIDEO].

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Trump disse ainda que o líder norte-coreano estaria demonstrando respeito e que poderia essa atitude resultar em algo positivo. Rex Tillerson, secretário dos Estados Unidos, disse estar satisfeito com a decisão e que poderia se pensar em um futuro diálogo.

No entanto, a agência norte-coreana KCNA afirmou que existe uma ordem de produção de mais motores de foguetes de combustível sólido e ogivas de mísseis. Em uma conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) em Genebra, na Suíça, o diplomata da Coreia do Norte, Ju Yong Chol, disse que todas as medidas que estão sendo tomadas por seu país são justificáveis e seriam uma forma de autodefesa contra as ameaças nucleares por parte dos #EUA, que são aparentes e reais.

Crise entre os dois países

A tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte se agravou no início do mês de agosto, quando Pyongyang informou que tinha a intenção de lançar mísseis de médio alcance nas proximidades da ilha de Guam.

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O território localizado no Oceano Pacífico pertence ao Estados Unidos.

Após a ameaça, o presidente [VIDEO]Donald Trump disse que responderia "com fogo e fúria como o mundo nunca viu". Em resposta a Trump, o comandante da Força Estratégica do Povo Coreano, general Kim Rak Gyom, disse que um diálogo não seria possível com o presidente americano, "apenas força absoluta pode funcionar sobre ele".

A discussão começou a se agravar entre os dois países. De um lado, Trump afirmava que a Coreia do Norte poderia passar por momento difíceis como nenhum outro país passou, caso continuasse com as ameaças. Já a Coreia do Norte respondia que iria destruir os provocadores que tentassem sufocar o país.

Após receber o que seria o plano de ataque as ilha de Guam, Kim Jong-un informou que preferia observar o comportamento dos EUA e não realizaria nenhuma ação imediata. Uma atitude que recebeu o elogio de Trump, que afirmou ser "uma decisão sábia e bem fundamentada".