Todas as crianças merecem amor incondicional e serem aceitas como são. Infelizmente, não é o que acontece em todo o mundo. Os bebês que se diferenciam dos outros são maltratados e sujeitos a alguns dos tratamentos mais horríveis da sociedade. Exemplo disso é o caso de uma garota de 2 anos, em Bangladesh, chamada Shakiba.

Shakiba teve a infelicidade de ter nascido com um pequeno nódulo debaixo do braço direito que se transformou em um nódulo gigantesco. Vivendo em uma aldeia rural, seus pais, inclusive, venderam tudo o que tinham e pediram dinheiro emprestado a parentes e amigos com a esperança de obter uma cura. Infelizmente, os médicos que eles podiam pagar recomendaram um tratamento adicional que exige um grande investimento financeiro.

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Enquanto isso, o nódulo de Shakiba cresceu em proporções imensas até atingir seu peso atual, de 3 quilos, enquanto a criança [VIDEO] pesa apenas 2 quilos. De acordo com a imprensa local, o braço impediu o crescimento normal de Shakiba como criança. A garota dificilmente pode andar e muito menos pode suportar o peso do braço.

Preconceito

Pais de crianças saudáveis chegam a orientar seus filhos para que evitem Shakiba por medo de que seja um quadro contagioso. Além disso, as crianças a evitam simplesmente porque a garota parece ser diferente das demais crianças.

Segundo os médicos, Shakiba foi diagnosticada com um tumor não canceroso chamado hemangioma. Seu pai, Abdul Sattar, de 23 anos, um trabalhador que ganha apenas US$38 por mês (cerca de R$120), disse que os médicos aconselharam que eles levassem a filha [VIDEO] até a capital de Bangladesh, Dhaka, para um tratamento mais avançado.

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No entanto, a família não podia pagar a tarifa, nem a conta do hospital, apesar de vender seus pertences e pegar dinheiro emprestado para arcar com as despesas. Em desespero, os pais de Shakiba voltaram seus olhares para um ativista local chamado Mamum Biswas para obter ajuda.

Biswas publicou as fotos de Shakiba nas mídias sociais, ajudando a divulgar a situação entre 38 mil seguidores. “Nós temos fé em Deus e nos médicos. Esperamos que os médicos encontrem um tratamento para a minha filha e lhe dê uma vida digna de ser vivida”, disse o pai Abdul.

Segundo informações do Dr. Shamim Hossain, cirurgião civil do hospital distrital, uma equipe se reuniu – que inclui dois especialistas [VIDEO] – para examinar a menina solitária. “Nós formamos uma equipe de três médicos para examinar seu caso. Isso parece um caso de hemangioma, mas só podemos determinar a causa com os resultados do teste. Embora a condição seja curável, isso parece um crescimento extensivo e exigirá um tratamento avançado”, ressaltou o médico. #Ásia #Saúde