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É normal que uma nova mãe passe por dificuldades. Afinal, tudo é novo, após a chegada do primeiro bebê. Porém, a experiência de Andrea Azzo foi a mais difícil e ela não se perdoa, depois do que aconteceu. Quando ela pensava que seu bebê estava chorando por cansaço ou cólica, afinal, ele estava com fome. E foi assim durante oito semanas, quando esta mãe de Austin, no Texas, descobriu que afinal o problema estava no seu leite. [VIDEO]

Quando seu bebê começou chorando mais durante a noite, Andrea começou treinando o pequeno Jogie para dormir. E quando ele começou mamando durante menos tempo, ela pensava que tinha que ver com seus dentinhos, que estavam saindo e provocando seu desconforto e maior dificuldade para agarrar seu peito.

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Agora, essa nova mãe, de 26 anos, não se perdoa, por perceber que seu leite não estava alimentando seu filho, que esteve passando fome durante oito semanas, entre os quatro e os seis meses. "Suas pernas e braços eram incrivelmente magros. Eu fui muito ingênua, pensei que fosse suposto ele ficar assim", disse Andrea, que está desolada com o sofrimento que sua inexperiência causou no seu bebezinho.

Dificuldade para amamentar desde o início

Foi ainda no hospital que Andrea foi ensinada a dar o peito para o bebê, uma experiência que começou mal desde o seu início: "A amamentação foi muito dolorosa e as enfermeiras me disseram que não deveria ser. Mas eles olhavam como meu bebê se agarrava, e eles achavam que ele se encaixava bem. Eu não sei por que doeu muito no início. Era tão doloroso que me fazia querer parar de amamentar nos primeiros dias".

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No entanto, após a primeira semana, deixou de doer e Andrea acreditava que seu corpo estava se acostumando. Também os médicos diziam que ele estava crescendo bem, ganhando peso adequadamente para sua idade. Com quatro meses de idade, ele pesava mais de seis quilos, e tinha dobrado seu peso de quando nasceu. Mas, foi aí que tudo começou mudando.

Problema estava no leite

O menino chorava, e mamava durante menos tempo. Andrea também sentia seus peitos mais vazios, o que era normal, segundo o que ela estava lendo na internet. Por isso, ela não se preocupou. Sempre que ela pesquisava online, ela encontrava uma explicação que fazia sentido na sua cabeça: 'talvez seja regressão do sono', 'talvez seja dentição', 'talvez seja ansiedade de separação'. Ninguém disse, no entanto, para Andrea que poderia ser fome.

Mais tarde, tanto Andrea como seu marido ficaram sem trabalho e tiveram que se mudar de casa, mudando também de médico. Quando Jogie tinha seis meses, ele não pesava nem seis quilos, tendo perdido peso desde os quatro meses, mas o novo médico não parecia preocupado, dizendo que isso era normal.

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Pouco depois, o menino se recusou em agarrar a mama e foi aí que Andrea tomou uma decisão que, em última instância, salvaria sua vida, decidindo mudar para o leite de fórmula.

"Ele tomou toda a garrafa de uma maneira que parecia que ele nunca tinha comido antes. Então ele chorou quando terminou a garrafa. Eu dei-lhe mais e ele comeu tudo. Era alarmante ver quão faminto ele estava", revelou Andrea. Só mais tarde é que ela percebeu que seu leite tinha secado e que seu menino esteve passando fome entre os quatro e os seis meses. Ela disse que estava em negação sobre a saúde do seu bebê e que confiou demais na Internet para as respostas às suas perguntas. #Amamentação #Bebês