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A tensão na Venezuela [VIDEO]pode se agravar ainda mais com o anúncio do presidente dos Estados Unidos, #Donald Trump, de que poderá invadir o país governado por #Nicolás Maduro, inclusive com uma ação militar. Durante uma coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (11),Trump disse que seu país conta com diversas opções para interromper as ações do governo venezuelano.

Uma possível invasão americana à #Venezuela pode acontecer porque, segundo o bilionário que governa a maior potência mundial, o governo de Nicolás Maduro fez do seu país uma bagunça muito perigosa.

Trump também tenta resolver o atrito com a Coreia do Norte [VIDEO], mas a situação da Venezuela seria mais fácil de solucionar.

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No dia 1º de agosto, o Tesouro dos EUA congelou todos os ativos de Nicolás Maduro no país, como uma forma de retaliação à formação da Assembleia Nacional Constituinte no país chavista. Em quatro meses de protestos contra o governo venezuelano já morreram 125 pessoas devido à repressão das forças de segurança estatais.

Nicolás Maduro diz que vai se encontrar com Trump em Nova Iorque

Por outro lado, o presidente venezuelano desafiou Donald Trump a discutir o futuro de seu país e não simplesmente tratar como se fosse uma colônia americana. “Como pensar no imperador Trump como governador do mundo? Quem ele pensa que é? Vou aos Estados Unidos na reunião da ONU e terei um encontro com Donald Trump, porque se ele está tão interessado na Venezuela, aqui estou eu", disse Maduro em seu discurso no Palácio Legislativo nesta quinta-feira (10), quando foi ratificado como presidente do país pela Assembleia Nacional Constituinte (ANC).

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A Assembleia Constituinte da Venezuela elegeu mais de 500 integrantes no dia 30 de julho. Todos os eleitos são ligados ao governo e terão como desafio a refundação do Estado.

A ANC tem atribuições praticamente ilimitadas, mas não conta com o apoio da oposição venezuelana, além de não receber o reconhecimento de grande parte da comunidade internacional. A nova Assembleia tem poder para destituir e colocar no poder qualquer autoridade do Estado venezuelano, além de ditar e reformar as leis, bem como implementar decisões sem precisar do aval de outro poder do Estado, como aconteceu com a destituição da ex-procuradora-geral Luisa Ortega, que resolveu desafiar o governo de Nicolás Maduro.

O discurso do presidente venezuelano no Palácio Legislativo durou cerca de três horas. Na ocasião, ele entregou seu projeto de Constituição e confirmou que é o mesmo elaborado pelo ex-presidente Hugo Chávez.