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A humanidade está passando por momentos mais que turbulentos atualmente. Enquanto um lado do mundo se preocupa com possíveis ataques terroristas, guerra nuclear, fome e pobreza extrema, em outras partes desse imenso planeta, as mulheres ainda são vítimas de todo o tipo de violência sexual.

Neste caso, uma vítima com necessidades especiais do #Marrocos foi violentada dentro de um ônibus por seis adolescentes. O caso foi registrado na cidade de Casablanca. A notícia revoltante gerou protesto dos usuários das redes sociais, sendo compartilhado milhares de vezes.

Durante o ato de violência, que ocorreu no dia 20 passado, a vítima estava rodeada por outros passageiros, mas estes nada fizeram para ajudar a moça, que passou por toda a situação medonha em público.

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Como se não bastasse a violência sofrida, parte dos comentários nas redes sociais eram de tom nada cortês, culpando algumas vezes a #Mulher estuprada pelo que aconteceu.

Em contraposição, outro grupo de internautas resolveu pressionar as autoridades competentes para que a prisão do grupo de estupradores fosse feita o quanto antes. De acordo com informações da polícia de Casablanca, os adolescentes já foram presos.

Nas imagens é possível notar que os acusados violentaram a jovem em horário de maior movimento da linha. No vídeo feito durante a ação, eles riem da situação amedrontadora. Ao menos quatro rasgaram a roupa da moça, que tentava sair do local, enquanto chorava e pedia ajuda.

Mesmo com a confusão, nem o motorista nem os outros passageiros fizeram algo para evitar a covardia cometida pelo grupo.

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Os direitos femininos nos país viraram debate.

Em relação ao acontecido, a empresa responsável pela operação do coletivo, a M’Dina Bus, confirmou que o ataque aconteceu em um de seus ônibus, mas a polícia afirma que não houve qualquer queixa da vítima ou do motorista antes da divulgação das imagens. As autoridades de Marrocos, pouco depois da divulgação do vídeo e um dia após a deflagração da operação, localizaram e prenderam os seis jovens que participaram do estupro, que têm entre 15 e 17 anos.

A acusação é de abuso sexual coletivo e, para garantir que eles não serão liberados por falta de provas, uma entidade do país chamada Do Not Touch My Child está convidando as testemunhas para um pronunciamento sobre o que viram e para fazer o reconhecimento dos criminosos.

Uma das ativistas do direito feminino falou sobre o caso, que descreveu como inacreditável. Fouzia Assouli disse: “Parece que estamos vivendo numa selva. Isso não é só assédio sexual, isso é violação coletiva em um espaço público.” #Onibus