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"Beleza não põe mesa", ensina a sabedoria popular. Aparentemente, a beleza tampouco protege quem a possui de arbitrariedades policiais. Katheríne Martinez, uma DJ e #modelo colombiana de 27 anos de idade, foi detida pela polícia de Cáli, importante cidade do Sudoeste da Colômbia, sob a acusação de ter provocado uma briga com uma outra #Mulher em uma balada, e conduzida a uma delegacia para interrogatório.

Vídeos dela na delegacia, que, segundo ela, foram filmados pelos próprios agentes da lei, foram divulgados na plataforma de vídeos YouTube [VIDEO] e no aplicativo de mensagens WhatsApp. Ela aparece nas imagens dançando, sorrindo e fazendo strip-tease com uma mão presa a uma janela por uma algema.

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A modelo, que está processando os agentes da polícia por abuso do poder, qualificou de nojenta e vergonhosa a situação pela qual passou. Segundo ela, os policiais forçaram-na a se expor para eles e para os detentos presentes em troca de sua libertação. Katheríne, uma ex-fisioterapeuta que é mãe de um filho e dona de curvas voluptuosas [VIDEO] e carnes abundantes, admite que estava embriagada.

Segundo um policial ouvido pela imprensa, estava muito agitada também e que nem se lembra de tudo que se passou no fatídico local. Ela afirma, contudo, que reclamou de dores e que fez o que fez porque não aguentava mais de dor em seu tornozelo e queria sair da posição incômoda em que havia sido colocada algemada.

A denúncia de Katheríne, que está sendo apurada pelas autoridades competentes causou alvoroço na internet.

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Também pretendem apurar se casos similares aconteceram em outras delegacias, como foi denunciado por pessoas nas redes sociais.

Katheríne é conhecida por se agarrar em DJs em baladas e há na internet imagens dela fazendo strip-tease em outras ocasiões. Isso, contudo, argumentaram internautas indignados, não dava aos policiais o direito de abusar de sua autoridade do jeito que fizeram.

O comandante de polícia local, Hugo Casa, diz que não pode afirmar ainda com certeza que a modelo foi mesmo obrigada a tirar a roupa e dançar em vez de simplesmente ter desejado se exibir e talvez ganhar alguma coisa com esse comportamento. No entanto, é ponto pacífico, admite, que seus subordinados comportaram-se de forma desonrosa e desobedeceram aos princípios que devem reger a atividade da polícia.

Eles, afirma, não tinham o direito de fazer ou postar na internet os vídeos da modelo e deveriam ter protegido a integridade moral da moça. A modelo diz que espera que o processo que está movendo seja um marco na defesa dos direitos dos prisioneiros e no combate à arbitrariedade policial. Ela diz que foi uma experiência terrível e traumática aquela pela qual passou na delegacia (agravada enormemente pela exposição na internet) e que ela sofreu danos morais. #Nua