Assim que a notícia do atentado em Barcelona, no último dia 17 agosto, ganhou as manchetes de todo o mundo, o Palácio do Planalto procurou se manifestar e transmitir apoio nesse momento de tristeza. O presidente brasileiro Michel Temer seguiu a mesma linha [VIDEO] e publicou palavras de solidariedade em sua conta no Twitter.

A cada caso de #Terrorismo pelo mundo, como os ocorridos na Alemanha e na França recentemente, o Brasil tem se limitado a soltar notas oficiais de apoio. Em entrevista à Blasting News Brasil, o especialista na área de política internacional, Ricardo Santos, entendeu como natural o posicionamento brasileiro.

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"Historicamente o Brasil assume uma posição constitucional de autodeterminação dos povos. Desta forma, se posiciona contrário a intervenções militares no âmbito da "guerra ao terror". Sua postura vem sendo a de se comprometer na luta contra o terrorismo ao dialogar com diversas organizações governamentais e não governamentais de modo a encontrar soluções conjuntas e não isoladas para lidar com este fenômeno", declarou Santos.

Para ele, o terrorismo [VIDEO] é algo intrinsecamente ligado à própria existência da humanidade. Isto é, não se trata de um fenômeno recente com meios acessíveis de ser contido.

"O terrorismo não é um fenômeno novo e é uma tática usada por diversos grupos ao longo da história. Seus antecedentes vão muito além do século passado. Independente do grupo e do momento histórico, a racionalidade terrorista sempre partiu do mesmo princípio de implementar o terror e desestabilizar a ordem", finalizou.

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#Estado Islâmico