Foi concluído nesta segunda-feira (14), em Denver, no estado americano do Colorado, o #julgamento entre Taylor Swift, Andrea Swift, Frank Bell e o radialista David Mueller. Segundo o veredito, Mueller é culpado de assédio sexual em um meet&greet da cantora, em 2013, durante um dos concertos da Red Tour.

Após a decisão do júri, que durou cerca de quatro horas, Swift recebeu a quantia de US$1 (um dólar) para representar a causa. Em nota divulgada pouco minutos após o veredito, a cantora se comprometeu a doar quantias - não estipuladas - para organizações que defendem vítimas de assédio sexual em qualquer escala.

Tanto Frank Bell e a mãe de Swift, Andrea, foram inocentados do segundo caso julgado que seriam diretamente responsáveis pela demissão de Mueller da rádio local KYGO, dias após o show da cantora em 2 de junho de 2013.

Publicidade
Publicidade

Mueller pedia a quantia de 3 milhões de dólares por danos. Na sexta-feira, dia 11, #Taylor Swift foi descartada do processo por não ter, em nenhum momento, conversado com os coordenadores da rádio em que Mueller trabalhava.

Entenda o caso

A People Magazine, revista especializada em celebridades, soltou uma publicação poucos dias antes do julgamento para esclarecer as dúvidas sobre todo o caso.

Em setembro de 2015, dois anos após o incidente, David Mueller entrou com um processo contra Taylor Swift alegando que a sua demissão foi causada após sua equipe de segurança entrar em contato com a rádio KYGO para informar que ele havia assediado Swift - colocando sua mão nas nádegas da cantora durante um meet&greet no show de 2 de junho de 2013. Para se defender, acusou Eddie Haskell, colega de trabalho, como o assediador.

Publicidade

Assim, Swift entrou com um contra-processo, alegando que sabia exatamente quem cometeu o ato. Nos papéis, Swift alegou que Mueller e a namorada estavam participando da sessão de fotos do meet&greet do show da Red Tour quando o radialista "intencionalmente colocou sua mão por baixo de sua saia e apalpou suas partes íntimas contra sua vontade e sem sua permissão". A cantora também informou, no mesmo contra-processo, que queria ser exemplo oara outras mulheres que resistem em tornar público assédios sexuais sofridos.

Toda a equipe de Swift foi testemunha do processo. Desde o fotógrafo, o segurança e sua mãe, Andrea Swift. Eddie Haskell também testemunhou, junto com alguns membros da rádio KYGO, como Robert Call. Ao todo, o julgamento durou nove dias. #Música