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A morte é um momento terrível e assustador para muitas pessoas. Ela pode ser ainda mais pavorosa quando se trata da morte de uma criança, que ainda deveria ter tanto tempo de vida pela frente.

Muitos pais não conseguem nem cogitar a possibilidade de perder seus filhos ainda na infância, e alguns acabam abandonando as crianças quando essa realidade acontece através de uma doença incurável.

Um homem muito nobre e gentil decidiu fazer de seu lar um local para receber crianças em fase terminal, e dar a elas um último descanso. Por mais esquisita que essa história pareça, foi assim que Mohamed Bzeek decidiu contribuir com a humanidade.

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O homem que sustenta uma longa barba e uma aparência pouco amigável é, na verdade, um poço de solidariedade. Ele abriu as portas de sua casa para criar uma espécie de “abrigo” que recebe crianças com doenças terminais, e cujos pais as abandonaram. Mohamed mora em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Quando estão muito próximas de morrer, essas crianças são levadas dos hospitais para a casa de Mohamed, onde têm os seus últimos momentos regados com alegria, amor, força e companheirismo.

Homem admite se apegar as crianças e diz que já pediu muitas vezes para que elas sobrevivessem

Quem vê as longas barbas de Mohamed não imagina a difícil missão que ele assumiu na terra: dar adeus a crianças que vão partir cedo demais.

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Esses pequenos foram abandonados por seus pais por conta da doença terminal por diversas razoes: falta de condições para criar, desespero ou apenas preguiça de se dedicar a alguém com uma saúde frágil.

Então, Bzeek decidiu ajudar essas crianças a terem uma morte tranquila, oferecendo a elas tudo aquilo o que não tiveram durante suas breves vidas: amor, atenção e carinho.

Ele diz que muitas vezes passou os últimos momentos de cada pequeno contando histórias e acariciando a cabeça das crianças próximas da morte. Embora pareça assustador, ele faz questão de estar com elas no último suspiro, muitas vezes em seus braços.

Apesar de fazer isso repetidas vezes, engana-se quem acha que Mohamed já se acostumou com a morte. Ele admite que muitas veze se apegou as crianças e que reza muito para que elas sejam curadas e libertadas de um final tão trágico.

Mas ele também reconhece que essa é uma atitude que precisa ser tomada. Em uma de suas entrevistas, Mohamed fala sobre um câncer que ele descobriu no cólon. Ele, então, diz que se sentiu sozinho e assustado com a doença, mesmo sendo um adulto de mais de 60 anos.

Justamente para evitar que crianças passem por essa situação de solidão, ele adota crianças doentes para oferecer a elas um conforto ao menos em seus últimos momentos.

#caridade #motivação #filho