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De acordo com agência francesa de notícias AFP, Donald Trump declarou nesta quinta-feira (10) enquanto conversava com repórteres em seu clube de golfe privado (conhecido como Trump National Golf Club), situado no Estado de New Jersey, que se a #Coreia do Norte tentar atacar os Estados Unidos [VIDEO] ou qualquer um de seus aliados deverá se preparar para ficar "muito, muito nervosa" – no sentido de se sentir amedrontada [VIDEO], pois o presidente americano afirmou que se o regime de Kim Jong-un perpetrar qualquer ação belicosa ou hostil, enfrentará problemas "como poucas nações neste mundo" já enfrentaram.

O alerta de Trump surge após Pyongyang ter anunciado que estava preparando planos para lançar quatro mísseis contra Guam – território situado ao sul das Ilhas Marianas, no oeste do Oceano Pacífico, e que pertence aos Estados Unidos.

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Naquele local, considerado um importante posto militar avançado, se encontram atualmente cerca de seis mil soldados americanos.

Para a Coreia do Norte, atacar Guam seria uma forma de enviar um "aviso crucial" para Trump. Na visão do regime, esta demonstração de "força absoluta" poderia ter um efeito crucial sobre o presidente dos #EUA, que foi classificado como "destituído de razão" por Pyongyang.

Tensões entre as duas nações continuam aumentando

Ainda em seu clube de golfe, e acompanhado pelo vice-presidente Mike Pence, Donald Trump rebateu as críticas levantadas por parte da opinião pública americana sobre um comentário que ele fez na última terça-feira (8), quando disse que se a Coreia do Norte continuasse com suas constantes ameaças, encontraria "fogo e fúria como o mundo nunca viu".

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Na nova declaração, o mandatário dos EUA reforçou sua posição, ressaltando que, possivelmente, seu último aviso para a nação asiática não foi o bastante.

Além disso, Trump afirmou que a China – principal aliada norte-coreana – poderia "fazer muito mais" diplomaticamente, pressionando Kim Jong-un de modo que o ditador acabasse com os programas de mísseis balísticos e de armas nucleares da nação controlada por ele.

Washington e Pyongyang têm "trocado farpas" há meses, e as tensões nesta conturbada relação atingiram um novo nível de preocupação quando a Coreia do Norte testou com sucesso dois mísseis balísticos intercontinentais (intercontinental ballistic missiles, ou ICBMs) em julho – sendo que, de acordo com alguns especialistas, o último projétil lançado teria potencial para chegar até Nova York.