Publicidade
Publicidade

Tudo o que não se espera em tempos de crise causada por desastres naturais sem precedentes, é que algumas das vítimas sejam abandonadas em relação a outras.

Por outro lado, conforme uma brasileira da Cidade de São Paulo, Regiane Schwartz, de 51 anos de idade, parece que é exatamente isso o que foi feito pelos militares do setor holandês da ilha de #São Martinho (Sint Maarten), situada 250 quilômetros do arquipélago caribenho de Guadalupe, no Mar do Caribe.

Tudo isso porque após a passagem do amedrontador furacão Irmã por parte da América Central no dia 6 (quarta-feira), [VIDEO] tais militares holandeses iniciaram o trabalho da retirada dos turistas que ficaram isolados escondidos nos hotéis da região.

Publicidade

O grupo maior de pessoas era composto também de 16 cidadãos brasileiros, que estavam tentando fazer parte dos traansferidos de um cenário apocalíptico para um local de segurança.

Acontece que Regiane tomou a iniciativa de enviar ao irmão que vive no Paraná, mais especificamente em Curitiba, uma mensagem em que ela faz uma espécie de “denúncia”, narrando que apesar do avião de socorro ter pousado na ilha, as autoridades locais estavam dando preferência pela retirada primeiramente dos indivíduos com nacionalidade norte-americana.

Sim, é isso mesmo! Você não leu errado, pois conforme Regiane, os brasileiros assistiam impotentes os americanos serem levados em segurança da ilha.

Ela disse ainda que o local estava se tornando um verdadeiro campo de guerra, [VIDEO] pois todo mundo brigava para ter o nome constando na lista de evacuação.

Publicidade

Um outro grupo de brasileiros com no mínimo 11 pessoas, entre as quais, três crianças e que está no hotel Royal Palm Beach Resorts, bastante destruído pelo Irma, não possui mais nem água e nem mantimentos no meio do cenário de morte e destruição. Ainda conforme Regiane há mais cinco brasileiros abrigados no hotel Atrium.

Por sua vez o Ministério das Relações Exteriores na última sexta-feira (8) notificou que está trabalhando para assistir a todas as pessoas de nacionalidade brasileira dispersas nas ilhas caribenhas, [VIDEO] palco da passagem do #furacão Irma.

Furacão José

Entretanto todos aguardam, apavorados, a chegada no domingo (10), do agora furacão José, com ventos de 240 km/h sobre as águas do Oceano Atlântico e que está rumando em direção as Pequenas Antilhas, conforme informações veiculadas pelo CNH (sigla em inglês) do Centro Nacional de Furacões dos EUA.

Inclusive as tropas brasileiras sediadas no Haiti ficaram em Minushtah, e só sairão da ilha no dia 17 deste mês em função da passagem do Irmã pelo Norte do Haiti.

Publicidade

Furacão Irma

Apesar do relatório das autoridades falando que o Irma está mais fraco neste sábado (9), o mesmo ainda é classificado na categoria 4, com ventos alcançando os 215 quilômetros por hora, estando a 440 ao sul-sudeste de Miami, e viajando a 19 quilômetros por hora, podendo atingir as pequenas ilhas da Flórida na manhã de domingo.

Não é à toa que o governo dos EUA determinou a saída da região de 5,6 milhões de indivíduos e os que ficaram, deveriam estar abrigados em colégios e universidades locais.

Furacão Kátia

Esse furacão destruidor batizado com nome de mulher chocou-se contra o México na noite da última sexta-feira (8), sendo classificado como categoria 1, mas que aos poucos se transformou de furacão para tempestade tropical, com ventos chegando a 70 km/h, informou a agência de notícias internacional EFE.

A área mais atingida até agora pelo Katia é o interior mexicano, mais especificamente o sudoeste do país.

Furacão Irma destrói o aeroporto internacional "Princesa Juliana" em São Martinho

#Estados Unidos