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Não sabemos se extraterrestres [VIDEO] existem. Até hoje, a Nasa procura evidências de outras civilizações por meio de potentes telescópios, sondas e robôs. Porém, oficialmente nada foi encontrado.

No entanto, a entrevista exclusiva do cientista Raymond Szymanksi, que trabalhou como engenheiro na Base da Força Aérea Wright-Patterson (WPAFB) em Dayton (Ohio, #EUA), concedida ao jornal britânico The Sun, nesta sexta-feira (1º), contraria a visão passada pelas autoridades a respeito do assunto – confira a manchete.

Conforme Szymanksi, que trabalhou no local por 39 anos, ou seja, a maior parte da vida, uma vasta rede de túneis subterrâneos na Wright-Patterson abriga alienígenas vivos e mortos.

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Embora a alegação seja fantástica demais para acreditar, vale ressaltar que este homem é um cientista de carreira. Ele foi contratado pela Força Aérea dos Estados Unidos [VIDEO]. Não se trata de um conspirólogo maluco “sem eira nem beira”.

Ao contrário dos corriqueiros “achismos” sobre #Aliens, UFOs etc., o cientista passou a maior parte do tempo na base. Falou com outros empregados e soube de histórias escabrosas a respeito do tema. Agora, ele acaba de lançar um livro onde diz tudo o que sabe: 50 Shades of Grays.

Abrindo a caixa de Pandora

Raymond Szymanksi é a primeira pessoa a trabalhar na WPAFB com audácia suficiente para revelar os obscuros segredos do lugar.

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Em depoimento ao The Sun, acentuou que logo na primeira semana ouviu comentários sobre a conspiração alienígena.

Disse que em poucos dias na Força Aérea Wright-Patterson foi surpreendido com as revelações do seu supervisor. “Você já ouviu falar sobre nossos alienígenas?”, indagou o mentor, sem rodeios.

O engenheiro ainda acrescentou que o companheiro de trabalho foi quem lhe revelou a existência do sistema de túneis subterrâneos na base, onde ETs vivos e mortos eram escondidos.

Ele, que na época fora designado para o escritório de operações de gerenciamento do Laboratório de Aviação, onde trabalhou e aprendeu com o engenheiro industrial e graduado em MBA, responsável pelas confissões, salientou que o polêmico Caso Roswell, de 1947, era real.

De acordo com o norte-americano, tanto os destroços das naves quanto os aliens foram encaminhados à Base da Força Aérea Wright-Patterson. Lá, cientistas estudaram a anatomia extraterrestre e analisaram a tecnologia empregada nos equipamentos.

Devido às desconcertantes alegações, o engenheiro, que até então não se interessava pelo assunto, ficou perturbado com as informações.

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"Eu estava atordoado. Eu, um jovem estudante cooperativo que não chegou a sua primeira semana, agora foi iniciado em um pequeno grupo seleto de 10 mil pessoas e recebendo o seu segredo mais incrível - que temos aliens e artesanato em nossos túneis em nossa base".

Depois disso ele passou a investigar a relação entre a base e os aliens. Ao conversar com diversos funcionários no decorrer das décadas, também descobriu que o pessoal da Divisão de Tecnologia Estrangeira (FTD) da WPAFB, foi o autor do ‘’Projeto Livro Azul’’ (‘’Blue Book’’), destinado a investigar e a desacreditar aparições de óvnis de 1952 a 1969.

Basicamente, a partir do ‘’Blue Book’’, pessoas que tiveram contato com ETs ou avistaram UFOs, foram ridicularizadas. Não é leviano afirmar que o projeto, de forma deliberada, fez o que pode para denegrir o assunto. #Bizarro