Publicidade
Publicidade

Nesse fim de semana, entre sábado e domingo, um furacão foi em direção aos Estados Unidos da América, após deixar um enorme rastro de destruição nas ilhas caribenhas. O fenômeno que recebeu o nome de Irma causou prejuízos financeiros na casa dos bilhões de dólares e, antes mesmo de chegar em terras habitadas por milhões de pessoas, já era considerado uma tragédia anunciada; levando pânico para milhões de pessoas que se apressaram em obter água e mantimentos nos supermercados locais, levando a um esgotamento de recursos deixando muitas prateleiras vazias.

Além da busca desesperada da população por água e mantimentos, também houve uma grande procura por combustíveis, tanto para ter uma reserva quanto para encher o tanque dos carros e iniciar uma fuga em direção ao norte na intenção de encontrar um lugar seguro.

Publicidade

E foi nesta fuga, onde todos se sentiam ameaçados pelo furacão [VIDEO] que deixou dezenas de mortos no Caribe, que uma #Família brasileira, mais especificamente nascida em Roraima, relatou a um grande representante da imprensa brasileira o momento de tensão pelo qual passaram. Integrante dessa família, a funcionária pública Valéria Barros, de 26 anos de idade, descreveu a situação como: caos.

Levando o marido, a mãe e a filha de apenas 2 anos de idade, numa viagem ao famoso país da América do Norte, para curtir as férias do trabalho, a funcionária pública contou que estava em Orlando e, ao saber da ameaça do furacão, decidiu levantar durante a madrugada de sexta-feira para fugir em direção a Atlanta, no estado da Georgia.

A servidora pública relatou que foram necessárias 15 horas na estrada para conseguir fugir, sendo que em condições normais daria para chegar ao destino em apenas 6 horas de carro.

Publicidade

Ela relatou também que não tinha mais água nos supermercados, que o clima nas localidades estava muito tenso e que existiam filas quilométricas nos postos de gasolina. A funcionária pública também relatou que eram tantas pessoas que fugiram para a Georgia, que não haviam mais vagas nos hotéis da região.

Valéria Barros disse ainda que ao não estarem acostumados com a situação de ter que fugir de um furacão, ela e a família estavam inicialmente tranquilos, porém, ao perceberem o clima de tensão entre as pessoas que se preparavam para fugir do fenômeno, eles ficaram muito apreensivos. Ela disse também que a volta com a família para o Brasil está agendada, mas depois de tudo o que aconteceu, o retorno para casa ainda é incerto, pois precisaria esperar a situação da passagem do furacão acabar para saber se realmente vai conseguir voltar para casa no Brasil. #Estados Unidos #Furacão Irma