Em 25 de agosto, o furacão [VIDEO] Harvey destruiu uma grande área do território do Texas (#EUA) ao alcançar a região como categoria 3, com ventos de até 215 km/h. Além da devastação, 44 pessoas morreram com a passagem dele pelo estado. Há 12 anos o país não vivenciava um episódio daquela dimensão.

Contudo, ao caminhar por uma praia do município de Texas City, em 6 de setembro, com objetivo de observar os danos causados, Preeti Desai ficou alarmada ao notar uma bizarra criatura na areia.

O bicho, com um grande corpo de formato cilíndrico e dentes afiados saindo da boca, parecia os monstros descritos na obra ’20 Mil Léguas Submarinas’, de Júlio Verne.

Publicidade
Publicidade

Havia outro detalhe que o deixava ainda mais sinistro: os olhos, ou melhor, a falta deles.

Espantada com a peculiar característica do animal, a garota exibiu fotos da criatura no Twitter e solicitou ajuda de biólogos na identificação do monstrengo.

“Ok, biólogos do Twitter, o que diabos é isso? Encontrado em uma praia em Texas City, TX. #wildlifeid”, escreveu – confira fotos originais abaixo.

Conforme o jornal britânico Daily Mail, ela disse que ao olhar de longe, pensou se tratar de uma lampreia do mar. Mas ao se aproximar da carcaça, percebeu que era diferente.

Todavia, cientistas [VIDEO] responderam ao chamado de Preeti Desai.

Publicidade

Embora a maioria tentou compará-lo à Enguia de Moray, devido a semelhança com o tamanho e o formato do bicho, a ausência de barbatanas peitorais impossibilitou classificá-lo à essa espécie.

Após diversas hipóteses sobre a procedência do monstrengo, o biólogo do Museu Nacional de História Natural Smithsonian, Dr.Kenneth Tighe, apresentou a melhor explicação para solucionar o enigma.

No entendimento dele se trata de uma enguia da família Aplatophis chauliodus, cuja tradução a grosso modo significa “serpente terrível”.

Tighe explicou ao portal Earth Touch News Network, que esses peixes vivem entre 30 a 90 metros de profundidade. Acrescentou ainda o fato deles passarem a maior parte do tempo escondidos em tocas.

Embora o cientista não saiba exatamente como o animal, habituado a viver em locais profundos do oceano, foi parar na areia, ele avalia a ideia dos fortes ventos e das intensas correntes marítimas o terem levado até lá.

Publicidade

Entretanto, se nos dias atuais, em pleno século 21, as pessoas se espantam com as bizarras criaturas do fundo do mar, é aceitável que os antigos navegadores relacionassem esses avistamentos ao sobrenatural.

Afinal, que parece uma criatura de outro mundo, não há como negar. #Estados Unidos #Furacão Harvey