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Ao transitar pelo bairro Flórida [VIDEO] Boulevard, em Baton Rouge, capital da Luisiana (#EUA), na tarde da última quinta-feira (14), Danielle, repórter da emissora WBRZ, presencia uma verdadeira cena de horror: sangue humano escorrendo feito água numa estrada atrás de uma funerária local.

Perturbada com o nauseante episódio, ela fotografa o sangue. Ainda ressalta a suspeita dele ser proveniente da funerária Greenoaks. “Investigando sangue e formaldeído vazando na propriedade Greenoaks Funerária na Flórida Blvd. História hoje à noite às 22:00 @WBRZ”, anuncia em seu perfil do Twitter – confira abaixo.

Adam Smith, do Departamento de Serviços Ambientais de Baton Rouge, explica que o líquido, oriundo dos cadáveres, estava misturado com formaldeído.

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“Nós enviamos o nosso inspetor de esgoto e nossos especialistas ambientais para dar uma olhada. Determinamos que não era um problema de esgoto e que era um problema em propriedade privada", frisa.

A emissora conjectura que o sangue escorreu de um tanque de armazenamento situado atrás da funerária. “O tanque, que contém excesso de líquido de embalsamamento, começou a vazar em algum ponto em torno de 2 da tarde”, comenta a WBRZ.

Segundo Smith, a empresa responsável por ‘pintar’ uma parte da rua de vermelho foi vendida recentemente e está sob nova administração. Além disso, ela não possui os documentos necessários para funcionar.

Todavia, ele, que é responsável por fiscalizar empresas e comércios da cidade, admite a ‘mea-culpa’.Diz que devido ao fato dele e sua equipe estarem concentrados nos documentos dos restaurantes, as funerárias foram ignoradas.No entanto, promete acompanhar a regulação desses estabelecimentos a partir de agora.

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Indignado com o descaso das autoridades, morador de Baton Rouge questiona a complacência dos órgãos competentes. “Você tem que ter uma licença estadual para executar uma casa funerária, por que eles não estão lá fechando-o [?]. Este é definitivamente um problema de saúde pública”, reclama Zardu Hasselfrau na seção online do WBRZ.

Já o internauta Robert Coyle, que pelo comentário demonstra ter atuado nesse ramo, esclarece como funciona o processo do embalsamamento.

“Acredito que o tanque de armazenamento era para o sangue removido dos corpos falecidos, como parte do processo de embalsamamento. O fluido de embalsamamento é forçado sob pressão no sistema circulatório do corpo, e isso empurra o sangue para fora. Naturalmente, haverá um líquido de embalsamamento misturado no sangue, pois é evacuado. O sangue é armazenado em um tanque de retenção, e periodicamente removido e descartado de forma ambientalmente amigável. Nos ‘velhos tempos’, o sangue simplesmente era lavado pelo dreno e, a partir daí, no sistema público de esgoto”, destaca – confira na íntegra.

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Após escorrer durante 20 minutos na estrada, o problema foi solucionado pelo proprietário que, apesar de dizer ter consertado o ‘vazamento’, não forneceu mais informações à emissora. #Bizarro #Estados Unidos