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Uma #Mulher na República Democrática do Congo foi estuprada, chicoteada [VIDEO] e decapitada em frente a uma multidão empolgada. O ‘’crime’’ dessa mulher havia sido o de ter servido "peixe proibido" a um grupo de #Rebeldes antigoverno, que visitaram seu restaurante. As filmagens da execução em Luebo, na província de Kasaï-Ocidental, mostram que a mulher nua foi humilhada na praça principal da cidade, por um grupo que reivindicava lealdade ao movimento rebelde Kamuina Nsapu.

A filmagem emergiu recentemente, através do WhatsApp, mas o vídeo foi filmado em 8 de abril de 2017. O grupo de rebeldes que foi no restaurante disse que ela lhes havia servido "feijões que continham pedaços de um pequeno peixe local", de acordo com um residente local em entrevista à agência France 24.

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Segundo suas tradições, eles não comem nem carne nem peixe, e consideraram isso como uma traição.

Por esse motivo, o conselho de rebeldes, liderado por um homem chamado Kabata, condenou a mulher e o filho da segunda esposa de seu marido, um jovem de aproximadamente 20 anos, que estava trabalhando com ela no restaurante. Os dois foram forçados a cometer incesto público. No vídeo da execução da mulher, o líder do grupo rebelde, Kalamba Kambangoma, é visto agarrando a mulher pelos cabelos antes de ser levada para o palco para ser #estuprada.

Os líderes rebeldes forçaram a mulher a fazer sexo [VIDEO] com o filho da segunda esposa de seu marido, e outra mulher é vista chicoteando o par. Após o estupro público, os rebeldes executaram a mulher e o jovem, decapitando-os. Vários rebeldes beberam o sangue dos dois, após a execução.

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Enquanto tudo isso foi acontecendo, a multidão estava aplaudindo e gritando, com euforia, durante todo o vídeo, tal como uma torcida.

Os residentes de Luebo ficaram longe do local, disseram algumas testemunhas. Os corpos permaneceram exibidos por dois dias antes de serem transferidos para um cemitério local. Tshimbalanga, um especialista em costumes congoleses, disse que a morte da mulher "vai completamente contra os costumes locais, que proíbem a sentença de morte e o incesto".

Ela disse à France 24: "Estes casos de extrema violência são resultado de drogas ou, às vezes, de pessoas que ficam presas no frenesi e excitação do derramamento de sangue e da guerra". O grupo dos rebeldes de Kamuina Nsapu se apoderou de Luebo, uma cidade de 40 mil habitantes, em 31 de março e manteve-o por 20 dias, até ser expulso pelo exército congolês em 19 de abril.

Foi durante esse reinado que aconteceram esses assassinatos da mulher e seu enteado. Mas, não foram eles as únicas vítimas. Supostamente, eles mataram cerca de dez pessoas, incluindo dois policiais e a esposa do administrador de Luebo. Eles também queimaram edifícios, assumiram a igreja local e impediram as pessoas de trabalhar e de irem à escola.