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Embora cada vez mais campanhas de conscientização aconteçam combatendo a homofobia, alguns casos acabam chocando a população por tamanha crueldade [VIDEO]. Quando as vítimas são crianças que não podem se defender a indignação é ainda maior, pois a maioria delas nem sabe o que significa ser #homossexual. Muitas vezes, o preconceito é motivado na representação social que o indivíduo apresenta, sejam em seus trejeitos ou em suas roupas, por exemplo. Basta apenas um gesto considerado fora da contexto da heteronormativadade para alguém ser considerado homossexual por exemplo. Foi assim que pensou um homem que torturou uma criança de apenas oito anos de idade até a morte, por considerá-la gay.

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Criança de oito anos não poderia ser considerada gay

Com apenas oito anos seria muito difícil uma criança [VIDEO] identificar a sua orientação sexual em um momento em que ele deveria estar vivendo a sua infância plenamente. Mas antes que Gabriel Fernandez pudesse se decidir por si mesmo, isauro, namorado de sua mãe, decidiu que a criança seria homossexual e resolveu torturar o menino até a morte. Os requintes de crueldade praticados contra Gabriel faz com que muitas pessoas sintam pena da criança que sofreu muito antes de ser morta.

Homem cometeu tortura contra criança que foi morta por Isaura

Isauro obrigou Gabriel a comer as suas próprias fezes, e além disso, queimou o braço do garoto com cigarros. A crueldade do homem não parou por aí, ele ainda utilizou spray de pimenta contra a criança, e deu cabo à vida de Gabriel com um tiro que matou o pobre menino acusado de ser homossexual.

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O crime aconteceu nos Estados Unidos, em Los Angeles, na Califórnia e a defesa de Isauro tenta provar que não houve tortura contra a criança. Embora Isauro tente provar que apenas matou o menino para diminuir a sua pena, o laudo médico aponta que vários danos foram feitos no corpo de Gabriel, contrariando a defesa do acusado.

Acusado tenta reduzir a sua pena alegando que não houve tortura

O crime aconteceu em 2013, mas somente agora Isauro foi ao júri. O julgamento do homem está previsto para durar até oito semanas, após todas testemunhas que serão ouvidas, o veredito sobre o destino de Isauro será traçado. O homem tenta conseguir uma redução da pena ao assumir o homicídio, mas nega as torturas que foram feitas contra Gabriel e que foram comprovadas através de exames médicos no corpo da criança brutalmente assassinada, sendo mais uma vítima de homofobia no mundo. #Caso de polícia #crime bárbaro