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Uma nova #doença mortal se espalha por países africanos. O mundo teme a velocidade com que essa praga está se espalhando, pois se trata de uma doença mortal que pode matar em questão de horas. Governantes trabalham duro na intenção de prevenir e combater essa #nova praga.

Pelo menos 143 pessoas morreram e mais de 2.000 outros foram infectados desde o início do primeiro surto em agosto deste ano em Madagascar. Mais de um milhão de doses de antibióticos foram entregues pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para combater a praga no país africano. Os especialistas afirmam que é o pior surto que o país viu em mais de 50 anos.

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Há normalmente cerca de 400 casos de peste todos os anos no país.

Outras doenças virais [VIDEO] já foram confirmadas nas áreas remotas de Madagáscar, mas a contaminação deste ano é especialmente grave porque se espalhou pelas principais cidades do país, incluindo suas duas maiores, Antananarivo e Toamasina.

A secretária de saúde de Malawi confirmou que o país está pronto para todos os casos relatados da doença, em meio a preocupações crescentes. África do Sul, Maurícia, Seychelles, Tanzânia, La Reunião, Moçambique, Quênia, Etiópia e Comores foram avisados de que poderiam estar em risco de um possível surto também.

O Doutor Dan Namarika, secretário-chefe do ministério da saúde no Malawi, disse que o país estava trabalhando em conjunto com Moçambique para ambos os países combaterem a infecção.

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"Temos materiais de prevenção para a infecção prontos e equipes prontas para serem ativadas se houver uma epidemia", disse Namarika. O último caso relatado da praga no Malawi foi em 2002.

A OMS prometeu cinco milhões de dólares para combater a doença prevendo que pode demorar seis meses para conter o surto. A doença é causada pelo mesmo micróbio que eliminou 50 milhões de pessoas na Europa durante a #Morte Negra, mas em uma forma que pode ser difundida pela tosse.

A maioria dos casos no surto atual são ligados à praga pneumônica, uma forma mais virulenta que se espalha através de tosse, espirros ou cuspe e quase sempre é fatal se não for tratada. Em alguns casos, pode matar dentro de 24 horas. A forma bubônica, pode ser tratada com antibióticos comuns se for diagnosticada rapidamente.

Até 50 trabalhadores humanitários foram infectados, e os números da OMS indicam que 93 pessoas perderam a vida até agora. Os casos aumentaram 8% apenas no espaço de uma semana e os cientistas agora estão trabalhando duro para garantir que a doença não se espalhe de Madagascar para a África continental.

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O Doutor Ashok Chopra, professor de microbiologia e imunologia na Universidade do Texas, foi o primeiro a advertir que poderia se espalhar para o exterior. "Se a pessoa infectada, estiver viajando próxima a outras pessoas, pode passar a doença através do ar, então eles poderiam espalhá-lo para outros lugares. Nós não queremos ter uma situação em que a doença se espalha tão rápido e fique fora de controle. Se o tratamento não for dado em um período de tempo muito curto, essas pessoas acabarão morrendo", disse Chopra.