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Foi em 9 de novembro de 2016, há exatamente um ano, que o republicano #Donald Trump saiu vitorioso da corrida presidencial e se tornou oficialmente o 45º presidente dos #Estados Unidos da América. Em uma surpreendente disputa eleitoral onde derrotou a democrata #hillary clinton, - apontada como vencedora por pesquisas divulgadas até poucas horas antes da eleição – Trump consolidou sua vitória com 306 votos de delegados do colégio eleitoral contra 232 de sua rival.

Na madrugada daquele 9 de novembro, pouco após a confirmação da frustante derrota, a ex-senadora e esposa do ex-presidente Bill Clinton telefonou para o empresário reconhecendo a derrota que consagrou Trump como líder do estado mais influente do planeta.

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Passados 365 dias de sua eleição e há quase dez meses na Casa Branca, Trump celebra a melhora na economia norte-americana, cujas principais bolsas de valores continuam registrando recordes de alta e cujo desemprego têm registrado queda, mas nem esse cenário positivo tem ajudado o presidente a escapar de críticas e principalmente de polêmicas, que se acumulam cada vez mais em seu mandato.

A polêmica trama da suposta intervenção russa nos EUA

O pesadelo de Trump em seu primeiro cargo eletivo começou em maio, quando o presidente demitiu o então chefe do FBI, James Comey. Segundo levantado pela mídia norte-americana na época, a medida teria sido uma forma de evitar a divulgação por parte do serviço de inteligência de que a eleição de Trump teria contado com influência da Rússia.

Passados seis meses da saída do ex-chefe do FBI, Trump continua às voltas com a suspeita, com acusações de que seu filho, Donald Trump Jr, e o então chefe de sua campanha, Robert Manaford, teriam se encontrado com os russos, que teriam auxiliado na campanha e na transição de governo de Trump.Em uma polêmica trama que envolve outras figuras-chave da política americana e do gabinete de Trump, a suspeita é investigada pelo conselheiro especial Robert Mueller, que nos próximos meses pode apresentar evidências com potencial de causar uma verdadeira avalhance no governo do ex-apresentador do reality show O Aprendiz.

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Atentado em Nova York e disputa com a Coreia do Norte

Enquanto lida com as dificuldades de bastidores, Trump vê seu país voltar a ser alvo de ameaças terroristas, como o atentado que deixou oito mortos e 15 feridos em Nova York [VIDEO] no último dia 1º de novembro. Como de praxe, Trump usou sua conta no Twitter para anunciar medidas, afirmando que irá contra-atacar os terroristas do Estado Islâmico no Oriente Médio e de que tentará impor mais vetos a estrangeiros [VIDEO] que estão e que tentarem entrar nos Estados Unidos.

Com popularidade em queda, registrando o mais baixo índice de aprovação de um presidente americano em seu primeiro ano de mandato na história do país, Trump também trava uma guerra fria que pode se tornar real com Kim Jong-Un, líder da Coreia do Norte. Com frequentes debates em declarações na mídia, paira o temor de que as provocações e acusações verbais entre os dois países deixem as páginas dos jornais e sites para se concretizarem em ataques bélicos.

Hillary se arma para reforçar combalida oposição

Depois da acachapante e inesperada derrota, a ex-senadora e ex-secretária de Estado Hillary Clinton se afastou dos holofotes da política norte-americana.

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Apesar de afirmar que não pretende voltar a concorrer pela Casa Branca ou por um cargo eletivo em breve, a democrata lançou um livro contando sua trajetória na corrida presidencial e o que em sua visão ocorreu durante o pleito.

Nomeado “What Happened” (O Que Aconteceu), o livro mostra a visão de Hillary sobre a corrida presidencial, e claro, não poupa Trump de críticas, acusando o presidente de ter contado com o auxílio do presidente russo Vladimir Putin, que teria acessado emails do Partido Democrata durante a corrida presidencial, abastecendo a campanha de Trump com combustível para a surpreendente vitória.

Apesar de retornar das sombras, Hillary não parece ter o apoio de seu partido. Ainda ressentidos pelo sofrido revés, os democratas parecem enfrentar dificuldades para se reconstruirem, e, segundo noticiado por parte da mídia norte-americana, precisam primeiro resolver suas dispustas internas antes de conseguirem formar uma oposição forte ao polêmico presidente.

No meio do turbilhão, Trump permanece com seu estilo durão, disparando opiniões e ações que pretende tomar nos 140 caracteres de seus posts no Twitter. Enquanto trabalha para enfrentar os desafios de bastidores e manter o país na guinada economica estabelecida desde o mandato de Barack Obama, Trump e seu gabinete se esforçam para que os próximos três anos de mandato sejam menos conturbados do que o atual.