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As questões #LGBT têm estado em destaque na atualidade. A população está aceitando com mais facilidade os homossexuais, sendo uma questão não tão difícil de compreender, como um homem se sentir atraído por outro homem ou uma mulher ter relações com outra mulher. Mas agora está mais em evidência um novo grupo, os transgêneros.

De uns tempos para cá, a discussão de ideologia de gênero [VIDEO] tem tomado destaque nas discussões sociais, principalmente no âmbito universitário. Ainda há certo estranhamento por parte da maioria da população quando se refere a mudanças de gênero, como por exemplo, passar a se referir a um homem biologicamente falando no feminino, o que muitas pessoas ainda relutam em fazer.

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Mas uma questão mais importante do que rótulos que está sendo levantada por esse grupo de minoria é a criação de banheiros unissex, que podem ser frequentados tanto por homens quanto por mulheres, ou então na permissão de homens trans (nascidos mulheres) usarem banheiros masculinos e mulheres trans (nascidas homens), banheiros femininos. Tal medida tem como objetivo não constranger esse grupo dos trans, ao fazer, por exemplo, uma mulher trans ter que ir ao banheiro masculino com outros homens.

Desta forma, se abre a questão de quem estamos protegendo e quem estamos negligenciando. Ocorreu um caso de estupro num banheiro unissex no estado de Wyoming, localizado nos Estados Unidos da América. Nos EUA, cada estado possui suas próprias leis locais, sendo uma nação federativa. Apesar de existir também leis em nível nacional, cada estado do país tem sua própria autonomia.

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E no estado de Wyoming, existem diversas leis em apoio ao grupo LGBT, sendo uma delas a aplicação de banheiro unissex.

O caso ocorreu numa lanchonete, onde a família estava com a criança e a amiga transgênero. A mulher trans, ao se dirigir ao banheiro, levou a criança como companhia e ao se encontrar sozinha com a menina de 10 anos, ela alisou suas partes íntimas para então estuprá-la. A criança, assim que aconteceu tal barbaridade, relatou imediatamente à mãe, que então fez a denúncia à polícia.

A transgênero nega ter feito tal prática e diz que a denúncia não passa de uma jogada de publicidade, porém no exame de corpo delito, foi identificado ruptura no seu órgão sexual e vermelhidão pelo seu corpo. A mulher trans foi condenada em primeira instância e talvez receba a pena máxima que seria de 70 anos de prisão.

A mulher trans tem como nome Miguel Martinez, mas após se tornar mulher, passou a ser chamada de Michele. #Violência sexual