Paulo Coelho é o escritor brasileiro mais lido da atualidade. "O Alquimista", de sua autoria, é considerado o livro brasileiro mais vendido de todos os tempos. O escritor nasceu no Rio de Janeiro em 1947 e hoje mora em Genebra, na Suíça.

Carreira

Desde seus primeiros anos de vida, Paulo Coelho gostava de escrever. Sempre participou de concursos de poesia no colégio, embora seu pai desejasse que ele se tornasse engenheiro. Nos anos 1960, o escritor entrou para o mundo do teatro e atuou como diretor e ator, sem conseguir sucesso. Na década seguinte, entrou para o movimento hippie. Em 1974, publicou seu primeiro livro, "O Teatro na Educação", e a partir daí, entrou de vez na literatura.

O primeiro romance veio em 1982 com o livro "Arquivos do inferno", que não obteve sucesso. Seu segundo livro, "O Manual Prático do Vampirismo", foi lançado em 1985, mas o escritor mandou os exemplares serem recolhidos, pois o considerou de má qualidade. Em 1987, foi a vez do livro "O Diário de um Mago", primeiro sucesso, mas nada comparado a "O Alquimista", lançado um ano depois e que se tornou um dos fenômenos literários mais importantes do século passado.

Depois daí, lançou mais quatorze livros até 2014. Atualmente, além de ser o escritor brasileiro de maior sucesso e autor mais vendido em língua portuguesa, sempre está nas primeiras posições em listas dos livros mais vendidos do mundo.

Adaptações para o cinema

O seu livro "Veronika Decide Morrer" foi o primeiro a ser adaptado para o cinema, em 2009. Atualmente, há um projeto em andamento para adaptar também "O Alquimista" para as telonas.

Academia Brasileira de Letras

O escritor é o oitavo ocupante da 21ª cadeira da Academia. Ele foi eleito em 2002 e quebrou padrões, pois a Academia Brasileira de Letras até então tinha a fama de não eleger autores de tanto sucesso, tanto que grandes nomes como Vinícius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade nunca foram eleitos.

Mensageiro da Paz da ONU

A atuação de Paulo Coelho vai além da literatura. Em setembro de 2007, ele foi nomeado Mensageiro da Paz da ONU. Ao ser avisado sobre a nomeação, o escritor declarou: "Aceito com gosto esta responsabilidade e me comprometo a fazer o máximo para melhorar o futuro desta e das próximas gerações". Desde então, mantém o compromisso de colaborar com os objetivos do órgão.