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A Nona Arte cresceu e seu valor é mais que comercial: já foi ouro, já foi prata e gora é inestimável.

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A Nona Arte cresceu e seu valor é mais que comercial: já foi ouro, já foi prata e gora é inestimável.

Elas eram chamadas de HQs, gibis, revistinhas, bandas desenhadas... As histórias em quadrinhos começaram a ser publicadas no século XIX com um estilo satírico apelidado de cartum, mas também chamado de charges ou caricaturas. As histórias evoluíram de um quadro simples, em alguns casos sem sequer uma palavra, para mais de um quadro, com um relato em sequência geralmente terminando em crítica ou piada. Surgia o formato que se popularizou com as famosas tirinhas de jornal. Pouco mais tarde, a edição de revistas próprias de histórias em quadrinhos tornou-se um grande negócio, no início do século XX.

Estabelecidas como uma forma de arte, as histórias em quadrinhos conjugam texto e imagens com o objetivo de narrar fatos, fictícios ou reais, dos mais variados estilos.

Os quadrinhos, a chamada Nona Arte, são definidos pelo mestre nesse ramo como "arte sequencial". É assim que o desenhista Will Eisner declara ver aquele "arranjo de fotos ou imagens e palavras feitos para narrar uma história ou dramatizar uma ideia".

Nos Estados Unidos, onde são chamados de "comics", os quadrinhos ganham as massas em definitivo nos anos de 1930, com o surgimento das banda desenhadas de super-heróis, cujo ícone foi o personagem Superman, lançado em 1938 por Jerry Siegel e Joe Shuster. Essa é a Era de Ouro dos quadrinhos. Também no período entre as duas grandes guerras Hergé cria As Aventuras de Tintim, um clássico do estilo franco-belga de quadrinhos batizado como linha clara. No Japão, é Osamu Tezuka quem popularizou o mangá logo após a Segunda Guerra Mundial. O mundo tem um novo ramo literário para provocar sonhos e fantasias.

A história segue, os quadrinhos seguem adiante. Mesmo com altos e baixos comerciais, permanecem vivos e nos dias de hoje são referência para produções audiovisuais.

Milhares de produções televisivas e cinematográficas usam como fonte os quadrinhos. Mais que uma Era de Ouro ou de Prata, as histórias em quadrinhos vivem o seu momento mais valioso comercialmente falando. Poucos dos grandes nomes do passado se enriqueceram com o legado precioso que deixaram, mas o que fizeram consolidou-se como algo inestimável para a cultura pop.

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