Um atendimento diferenciado, rápido e de qualidade sempre tem um bom resultado, atualmente sofremos muito com esta falta de organização. Será culpa dos profissionais da saúde, dos diretores dos hospitais, felizmente não. Não é possível esconder a desorganização do governo, isso é muito claro aos olho de toda a população, a crise do mal funcionamento governamental é tão forte e tão má gerada que a que afeta os mais importantes e sensíveis sistemas como o da saúde. O Brasil possui todos os quesitos para se tornar um país de grande desenvolvimento, inclusive ser um dos melhores na saúde, mas a falta de investimento em construções de novos hospitais, medicamentos, equipamentos, pesquisadores, resulta na qualidade de serviço e atendimento atual que se pode ver, afinal, como um médico pode atender a uma emergência se não possui sala de cirurgia ou leitos adequados para atender o paciente.

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A lei implica várias proibições e acusações a frente dos profissionais da saúde, mas de certa forma, nem poderiam ter esse direito, afim de que os mesmos, não cooperam com seus "funcionários" ou dão algum suporte para defenderem também a moral e ética do profissional. Não é fato que os programas do governo tem ajudado, além de que a fala da organização e repasse de verbas não tem sido efetuadas, gerando transtorno aos que trabalham e também aos pacientes.

Portanto, para uma resolução definitiva, o governo deveria implantar um novo tipo de sistema, mas que funcione, onde a moral do paciente e do profissional tenham seu devido lugar e que a ética seja estabelecida de forma conjunta, aderindo assim novas formas de atendimento, melhor qualidade hospitalar e é claro como resultado uma melhor postura das equipes de saúde diante as diversas situações, dando a integridade moral, física e mental de ambos.

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