Estão dizendo que em breve serão necessários um bilhão em metro linear de tecido para se enxugar as lágrimas de quem vai ficar, de um lado, e do outro de quem vai embora após os momentos da COPA. Também pudera, pois festa assim só daqui muitos anos em terras brasileiras.

Quem aproveitou "aproveitou", mas um pequeno feixe de luz e/ou raio de sol do adeus já sinaliza no horizonte. Alegria para quem curtiu; tristeza e vergonha para quem optou pela violência, e silêncio para quem "achou" que a festa não ia começar e/ou chegaria ao fim.

Toda pessoa que se importa em vive cada momento como se não fosse haver outro, se pode dizer é feliz, irradia felicidade, incrementa sonhos entremeio até as tempestades, e não como mencionar ao contrário, pois o que se planta colhe.

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De um lado muitos "machos" chorarão por causa da fêmea que vai embora, e não sabe se vai mais voltar, da mesma forma, muitas "fêmeas" se postarão ao choro ao ver seus possíveis e eternos "machos" se embarcando sem ao menos darem a certeza que voltarão a vê-las um dia. A cena do chegar se contrapondo à cena do partir nem sempre é boa de se ver ou sentir.

Estranho tudo isso? Não! São momentos que podem jamais voltarem a serem vistos não só no caso dessa festa brasileira, mas por causa das muitas que temos visto bem próximas de nós, por exemplo, um ente querido(a) que se vai, um relacionamento que é rompido, um sonho que se desfaz, uma lágrima que sem explicação "rola" pela face sem se estar aos prantos.

Que vá então, os sonhos e/ou os "dês-sonhos", mas que fique a saudade e a vontade de nunca mais ter deixado uma oportunidade de ser feliz ir embora.

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Quem sabe daqui uns anos quando tudo for repetido as nossas atitudes não se renovem juntamente com votos de mais felicidades?

É uma "pena" que algumas "batatas" podres tenham deixado suas marcas cravadas nas lembranças dos muitos que se feriram ou foram feridos; das marcas de projéteis nas paredes ou aprofundadas em corpos que não pediram para isso acontecer..., quem sabe aprenderemos a ser mais gente do que somos e sempre fomos?

Oxalá saudades desses dias que não voltarão nesses moldes, nunca mais.

Adeus minha linda menina de olhos verdes e pele marrom, saudades eternas e lembranças às terras ucranianas. É o que deseja esse brasileiro que por certo nunca esquecerá seus gritos, seus sorrisos e, sobretudo, seus beijos, esses que fizeram parte da alegria dessa minha vida.