Tem espécie (homem e/ou mulher) que não gosta de cumprir com o que promete descuidando e/ou menosprezando, muitas das vezes, aquilo que poderia lhes fazer bem à saúde, resultar em satisfação completa.

Quem nunca viu alguém negociando algo, mas com sentido de não cumprir as obrigações e/ou o prometido? Um "montão" de pessoas tem coragem de fazer isso na organização onde estão inseridas. Eu mesmo já vi espécies chorando, mendigando perdão, lamentando episódios que muitas vezes poderiam ter sido evitados, mas... Programa gente, é coisa séria.

Em minha opinião todas as Pessoas Físicas (PF) e/ou Pessoas Jurídicas (PJ) deveriam levar mais a sério a questão de "fazer programa".

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Fazer programa sério, "chente" é "bão de mais", muito bom para as pernas de quem faz, e melhor ainda para o bolso de quem investe, e acredita.

A essa altura é provável que algumas espécies de plantão estejam de "orelhas" em pé e se perguntando "mas de que programa esse camarada está falando?"; "Esse cara é louco?"; "Esse bobão tem medo de ser processado não? E por aí afora vai. Se alguém me abordasse com tais questionamentos eu ouviria, certamente, porque na arte das comunicações dizem que ouvir é mais agradável do que falar, pois se corre menos risco. Bom, "masquediaxo de programa" é esse então?

O "Programa" em questão se trata do "Programa de Prevenção de Riscos Ambientais" (PPRA)1, que no Brasil, tem como objetivo preservar a saúde e a integridade dos trabalhadores, através da antecipação, do reconhecimento, avaliação e consequente controle de Riscos Ambientais [...], e que serve, inclusive, como base para o atendimento de outros Programas, por exemplo, o Perfil Psicográfico Profissional, o Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional, etc.

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Para muitas espécies falar em Segurança e Medicina do Trabalho (SMT) é o mesmo que falar de um assunto "charope", "purgante", "maçante", mas será que é mesmo? Uma coisa é certa: o PPRA é um indicativo de situações favoráveis ou não ao bem estar da saúde de nós todos, portanto, quando você, PJ e/ou PF se interessar na construção de um PPRA para a sua organização faça isso, mas de forma consciente, responsável, e procure PJ e/ou PF devidamente qualificada e/ou especializada para elaborar tão importante Programa à sua empresa, aliás, a elaboração desse não é uma opção por parte das pessoas interessadas, mas é obrigatório, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no Brasil, podendo a empresa ser multada/interditada dependendo do caso, se não tiver o devido PPRA elaborado e posto em prática (sem essa de engavetamento).

Elaborar um PPRA responsável não é tarefa fácil e ou simples, pois envolve pessoas e técnicas especiais para coleta de dados e informações metódicas, bem assim o uso e emprego de alguns equipamentos, tipo Dosímetro, Bomba Gravimétrica, dentre outros, onde não vale somente coletar dados, mas também interpretar o que for obtido.

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Se a organização tiver que "investir financeiramente" nos serviços à construção de um PPRA, então que o faça, mas de forma não valorizar mais o que se cobra, e sim, o conteúdo, a real aplicabilidade etc., em relação à saúde do trabalhador. Este que muitas das vezes tem de se alimentar do pão cuja massa foi amassada pelo diabo, portanto, precisa de cuidados assistenciais.

Assim, para terminar esse diálogo (que poderia ir lonnnnngeeee, pois o assunto é extenso), quando alguma espécie tiver que optar por fazer um Programa, que o faça, mas de forma consciente à sua construção lembrando, mais uma vez, que a construção de um PPRA é obrigatório para todas as atividades indiferente do número de empregados existentes, claro, a partir do primeiro. Oxalá Leis, Portarias, Normas e Programas de Prevenção, cujo conteúdo nem sempre saem do papel, ou seja, são colocados em prática.

Quanto, em valor Real (R$) custa a construção de um PPRA? Podem estar certo de que Não vale a troca de favores, NÃO vale a barganha, por exemplo, de fretes, de mercadorias, etc. [...], MAS vale um preço justo, e olha que tem PJ e/ou PF diversas procurando por vítimas à construção de um PPRA.

Alguém assustou com essa minha forma de abordagem? Kkkkkkkkkk e k.

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1 Isso de acordo com o item 9.1.1 da Norma Regulamentadora de número nove (NR-9), da Portaria nº. 3.214, de 8 de junho de 1978, que trata das Normas relativas à SMT/MTE no Brasil, e blá blá blá.