Não se pode afirmar que no decurso da história da humanidade tais “aberrações” (vampiros) e/ou fruto da criatividade das espécies (homens e/ou mulheres) existiram ou ainda existem, mas é fato que, dependendo da natureza e/ou da fonte da informação, é muito comum depararmos com pessoas aparentemente anormais perturbando a vida de todos nós.

De acordo com o conhecimento humano e/ou disponibilidade do conhecimento humano, vampiro se trata de um ser/espécie não definida (chamada de Drácula na década de 1897), que tem como objetivo assombrar e subtrair das pessoas o seu sangue ou o néctar da sua vida (credo!), isso de uma forma sutil, delicada diria algumas pessoas, ou seja, uma seqüência de lambidas, beijos e, conseqüente “mordida” fatal. E daí?

Daí que quase se pode afirmar que tanto os vampiros (ressalto que se trata de um ser/espécie não definida [...]), quanto o vampirismo ainda existem e estão atuando sobre nós humanos ativos, claro, mas falo isso enfatizando as relações, principalmente de afeto. Isso é loucura? Não! É fato. É real, porém, de forma humanizada. Mas..., como assim? Não é difícil ilustrar esse cenário.

Qdo. uma espécie humana avança sutilmente sobre a outra com propósito conquistá-la não somente em matéria de “amor”, mas também em áreas e/ou quesitos da profissão, da qualidade etc., o que está-se fazendo? A resposta incontestável é para obter algum tipo de vantagem mesmo que compartilhada certo? Mas em campos do vampirismo seria para “obter o néctar da vida” da pessoa alvo [...].

Essa forma de ver a coisa está certa ou errada? Seja qual for a compreensão, quem faz isso (vampirizar) de forma consciente ou não procura é satisfazer e/ou sustentar aquilo que lhe importa à sobrevivência pessoal em matéria de relação e/ou profissional - sejam quais forem, combinadas ou não. Claro e evidente que essa questão pode ser e gerar muita, mas muita discussão porque as opiniões tendem se divergir na medida em que essa ou aquela pessoa se sente “incomodada” com certas conceituações.

Fato é que por mais se possa negar, a espécie humana sempre age querendo obter vantagem em alguma coisa, e não adianta os magistrados e/ou os que se dizem entendidos no assunto dizerem que não! isso não existe. Vale lembrar que Gersom (não sei se é assim que se escreve), há tempos atrás destacou isso dizendo que “[...] é preciso levar vantagem em alguma coisa [lembram disso? Claro, não nessas palavras], mas se a história da humanidade for analisada ver-se-á que desde o princípio isso existiu e vai existir sempre, mesmo que se tente “tapar” o sol com uma peneira e elevado número de mexes.

Gostaria muito de desenvolver ainda mais essa “explicação” e/ou forma de interpretar esse tema, mas vou parar por aqui ressaltando que o vampirismo existe sim, e pode ser aplicado nas relações, nas conquistas, nos flertes, nas espionagens e/ou dos processos industriais, enfim, em uma gama enorme de aplicações envolvendo o que Bram Stocker (1897) deixou-nos como legado em matéria de “sugar do outro”. Em 1987, mas em curso até os dias de hoje. Credo!