Nós, pais, somos vocacionados à #Educação de nossos filhos. Mas estão tentando retirar de nós esta vocação. Sabemos de nossos limites. Desejamos educar nossos filhos. Palmadas, vez ou outra, não fazem mal. Ao contrário, o que faz mal é vermos nossos filhos fazendo coisas erradas, sem podermos corrigi-los.

Somos resultados de criação onde a correção foi feita através de palmadas. E somos melhores hoje, graças a esta correção.

Os pais desejam sempre o melhor para o filho. E o melhor talvez não seja passar as mãos na sua cabeça. O castigo nem sempre resolve, por isso usamos da palmada.

O que acontece é que não fomos respeitados.

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E a "Lei da Palmada" também chamada de "Lei Menino Bernardo" em memória do menino Bernardo Bondrini está aí para ser cumprida. A morte do menino, assassinado pelo pai e madrasta no Rio Grande do Sul, não justifica a lei. O tipo de correção que queremos para os nossos filhos é o da palmada. Estes pais não deram palmadas no filho, mas mataram-no. É diferente.

Estamos sendo proibidos de impor limites aos nossos filhos, por causa do erro de alguns pais que não são maioria.

A palmada é uma forma de punição. A punição não significa desamor, pelo contrário é uma demonstração de amor.

Com a aprovação desta lei, o Estado está interferindo nas nossas famílias, podendo punir os pais, que educam os filhos por amor.

Que contradição! O amor é punido.

E as punições acontecem através dos Conselhos Tutelares que agirão como fiscalizadores de lares.

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Por outro lado, o Estado estará assumindo uma responsabilidade que é dos pais e não do governo.

Somos nós que sabemos o que convém para os nossos filhos.

Além do que a própria Bíblia diz: "Meu filho não desprezes a correção do Senhor, nem te espantes de que ele te repreenda, porque o Senhor castiga a quem ama, e pune o filho a quem muito estima".

Se o Senhor, que é Deus, castiga a quem ama, por que então o dever de punição está sendo retirado dos pais?

A Lai da Palmada é mais um ataque à família, não bastassem os tantos ataques que as famílias têm sofrido.

Onde iremos parar?