Não é à toa que a frase "vence a guerra quem pensa" ocasionalmente é colocada sobre a mesa quando se está na iminência consciente ou não de se ganhar ou de perder uma batalha, e isso desde tempos de outrora.

O autor do livro "Arte da Guerra1", ou seja, Sung Tzu talvez em sua época não tenha imaginado o quanto sua teoria (e prática) fosse perdurar e/ou ser aplicada nos séculos seguintes, por exemplo, naquele em que Napoleão Bonaparte viveu; Adolfo Hitler; Mao Tsé-Tung; em outras épocas conhecidas do século XX (1ª e 2ª Grandes Guerras), e em "lances" que é melhor não citar nesse texto a fim evitar problemas na ordem civil e/ou até militar.

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"Fato é que o humilde" ensinamento de Sun Tzu sempre tem mostrado e ensinado aos atuais "domadores" a importância de ficar e/ou de sair na suposta hora certa, seja para evitar um escândalo, seja para não perder uma posição, seja, enfim, para um bilhão de possíveis motivos estratégicos.

Certamente não haverá espaço nesse texto para discutir certas coisas, mas o mundo, de acordo com o que estão formulando nos atuais meios de comunicação, acabou de assistir a retirada de uma suposta e importante figura no meio esportivo. Essa atitude é assertiva de fato, foi programada, arquitetada, enfim, qual é o propósito? A resposta ninguém dará. O "inimigo" nunca saberá da real intenção do "domador" de leões, mas uma coisa se pode dizer é certa: a festa vai continuar.

Por que "vai continuar?": porque ninguém é perpétuo ou é "uno" em nenhuma área humana, e a inteligência mnemônica, ou seja, a que sobrepõe os músculos sempre é a que poderá vencer, e para vencer não se pode colocar à frente do inimigo a única "arma" que se possui e esse ensinamento foi mencionado nas "Artes da Guerra" há +/- 2.000 anos, mas oxalá em vigor "inté" os dias de hoje.

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Agora é a hora, então, dos que foram postos em reserva se posicionarem para dar seqüência à festa. Passar o bastão a quem é igual e/ou melhor do que a gente é agir com prudência, pois se o muro cair a culpa será dividida e não unidificada. Isso significa fugir, debandar? Não! Significa agir com propósitos de outros ganhos.

Quanto vale o seu passe, trilhões talvez? Então é melhor retirar você de cena e colocar momentaneamente na prateleira porque se eu precisar trocar você por um punhado de moedas a chance de seu preço não cair demasiadamente será maior do que deixar você ser derrotado no tempo de agora. Vê? Isso é agir estrategicamente com o cérebro. Se fosse agir com o músculo, então o passe seria deixar o inimigo sugar até a sua última gota ou o seu último fôlego. Mas isso não!, pois o inimigo vendo a retirada de minha suposta única força poderá se fraquejar... eu ataco... e...

Há anos, ou melhor, milhares de anos que não se vê inovação entre as relações, mas melhoria do que foi feito lá atrás na época de nossos tátátátátátárááááááávôs.

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Lamentável isso.

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1A Arte da Guerra é um conhecido tratado militar escrito há cerca de 2400 anos pelo general chinês conhecido como Sun Tzu.