Não é mister para nenhuma espécie (♂ e/ou ♀) racional ambulante que a sociedade é dividida em classes sociais no mundo todo.

Com objetivo estudar e/ou analisar o comportamento, o desenvolvimento, a capacidade, outros verbos, substantivos, etc., estudiosos se achando capacitados formularam separação das classes de acordo com a simetria de triângulo, onde a base, a maior, é formada pelos chamados "pobres", a do meio, a dos "ricos", e a primeira (segundo os formadores de opinião), a dominante. É?

Se pesquisado, se pode encontrar a formação de outras classes sobrepondo a anterior partindo da base no tempo atual, mas o propósito dessa discussão não é essa, pois existem muitas e muitas literaturas abordando esse tipo de "classificação".

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O que se pretende é mencionar que a classe denominada "pobre" não se desenvolve por culpa de seus próprios ocupantes. Como assim? O pobre é pobre porque ele mesmo contribui para isso, e isso é fato possível de ser visto em praticamente todos os comportamentos deles no espaço que ocupam na sociedade. Exemplificando fica mais fácil de sentir o drama.

O "pobre" (materialmente falando) geralmente age assim: se "fulano" está na iminência de conseguir algo para crescer na vida, seja profissional, seja pessoal, etc., e assim ascender na sociedade, "beltrano", ao invés apoiá-lo para que "fulano" crescendo também possa crescer junto faz o contrário, ou seja, de forma consciente ou não procura atrapalhar a ascensão do "fulano", impondo dificuldades, fazendo fofocas, inventando atrocidades, enfim, engenha impedimentos que acabam é atrapalhando o "fulano" a crescer na vida.

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Resultado: nem um, nem o outro saem do lugar onde estão, e com isso continuam sendo pobres, eternamente pobres em ciclo vicioso. Já perceberam isso? Pois é!

As coisas poderiam ser ao contrário, ou seja, uns ajudar aos outros a superar as dificuldades, mas de forma perpétua. O elo de uma corrente não é tão forte quanto os demais da corrente inteira? Por que então agir no plano individual, dos interesses próprios se todos possuem a mesma capacidade para desenvolvimento?

O problema, se pode dizer está nas mãos da espécie que se "acha" detentora do poder e com isso faz o que bem deseja, inclusive dominar a espécie que não é venerada. Mas o mundo, ao que tudo indica foi estabelecido dessa forma, haja visto o que se pode encontrar no Sagrado conhecimento, onde uns foram sobrepostos aos demais para justificar a supremacia de quem "acha" que tem o poder de mandar o quando e o quanto pode.

Existem coisas que é possível compreender, já outras...