A saúde, de acordo com a Organização Mundial da Saúde "[...] é o completo bem-estar físico, mental e social, e não somente a ausência de afecções ou enfermidades" conforme muitas espécies foram e estão disciplinadas em termos de conhecimento e defesa de seus pensamentos. Ou seja, tem pessoas que acham que para ter saúde basta apresentar um copo saudável, sem qualquer tipo de doença. Mas o conceito, muito embora seja fictício não é bem esse, pelo menos é o que se pode observar no sistema público. Principalmente no atendimento às espécies consideradas pobres ou em outro linguajar, a quem não possui destaques sociais e/ou bens significativos à própria existência.

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Para algumas espécies a estrutura empregada e disponibilizada para o tratamento da saúde é o suficiente e de sob mesma consideração alegam que os recursos técnicos e humanos disponibilizados atendem eficazmente as necessidades do atendimento, mas essa consideração não parece ser realidade se comparados certos direitos versus qualidade da abordagem ao atendimento do necessitado, principalmente àquelas pessoas que, sem poder de barganha, são postas em salas de enfermarias, corredores, na maioria das vezes sobre macas frias e/ou forradas desconfortavelmente, etc., de certos ambientes. Mas isso é verdade? Sim, e isso é largamente notado, principalmente nos atendimentos emergenciais.

O ser humano poderia (verbo em destaque) ser melhor tratado, principalmente quem não vê esperanças de dias melhores.

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Não é mistério presenciar fartura de um lado e miséria do outro em se tratando da estrutura apresentada a quem pode e a quem não pode usufruir do mínimo conforto quando mais precisa ser assistido, principalmente em termos emocionais. Quem gosta de atendimento médico? As pessoas normais certamente não gostam, mas se adoecem e/ou se tornam vítimas de algum dano à saúde e/ou estrutura física...

A teoria e a prática em diversos tipos de atividades se pode dizer é dicotomia e em se tratando da saúde, os recursos estruturais deveriam ser melhor tratados e/ou considerados, mas só sabem, podem e estão capacitadas a pronunciar isso as pessoas que em algum momento na vida foram submetidas a algum tipo de assistência à própria saúde e/ou acompanharam alguém em ambientes conforme os citados no segundo parágrafo desse discurso.

Interessante notar que a ciência tem como base o conhecimento gerado na pesquisa em campo, em estudos de caso, em situações mensuráveis, ou seja, trata do que é objetivo, portanto, a realidade dos fatos pode revelar uma verdade onde quem passa por certas situações jamais pretende novamente passar, nem para si próprio, nem para qualquer dos semelhantes quem, sobre tudo, o que mais deseja é viver a vida de forma saudável, com qualidade tanto psicológica, quanto fisicamente falando, mas isso sem discriminação.