No contexto acadêmico muito se doutrina que, antes da execução de uma tarefa o melhor caminho é o planejar inicialmente a ação, com objetivo melhorar e qualificar o desempenho de um projeto. Isso a fim evitar danos, desvios, prejuízos às vezes irreparáveis no contexto da atividade, seja industrial, comercial e/ou na apresentação de serviços. Nos últimos tempos tem-se percebido que, ao contrário de tempos de outrora, muitos projetos vêm apresentando falhas em qualquer das etapas de um fluxo. E falhas às vezes só são percebidas quando ocorrem desabamentos, no desperdício exagerado, no travamento da execução integra do projeto.

Enumerar possibilidades de falhas e também de possíveis danos não é tarefa simples como muitas pessoas físicas e/ou jurídicas pensam, isso porque as atividades são diferentes, portanto, os métodos são diferentes.

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Algumas pessoas até providenciam e/ou fazem propostas para identificar a possibilidade da ocorrência de um dano, por exemplo, propondo Análise de Risco da Tarefa antes, durante e mesmo após a execução do projeto, mas isso pode não funcionar da forma desejada. Se funcionasse os danos não estariam ocorrendo e olha que quesitos voltados à segurança dos projetos são diversos e acirrados em vista, principalmente, de certificações da Qualidade, da Segurança e do Meio Ambiente, por exemplo.

Os danos podem ser evitados até certo ponto, claro, através da prevenção e é nesse sentido que os profissionais de linha de frente devem se empenhar, mas agindo antes, previamente, pois acredita-se que apear dos esforços ainda pode existir coisas e/ou situações não previsíveis, mas isso em função do ambiente natural ou em outras palavras, do que os recursos naturais apresentam sobre e sob o solo terrestre, esse que muita das vezes surpreende o ser humano como resultado de suas ações.

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Se a previsão dos fatos podem não ser eficazes, então deve-se planejar ao máximo todas as ações com vistas cercar as possibilidade de ocorrência de um dano qualquer e um dos recursos é citar quem vai executar, a motivação, o como, o quando, os custos, etc., de uma ação futura e isso pode ser feito a nível gerencial. Uma das ferramentas gerenciais voltadas ao planejamento de uma ação concerne na aplicação do Ciclo PDCA (Planejar; Desenvolver; Controlar; Ação Preventiva) proposta por Deming na década de 1950, mas em uso até os dias atuais.