Há tempos a sociedade tem convivido com assuntos relacionados à Segurança do Trabalho, tais como Acidentes, Doenças Ocupacionais, Prevenção, etc. Porque isso? Porque a quantidade de danos não para de aumentar em certos cenários, e as consequências tais como mutilações, perdas funcionais de órgãos (audição, visão, mobilidade, etc.), de um lado relacionado ao ser humano, e do outro à sustentabilidade ambiental? Ou seja, para dar condições de desenvolvimento e consumo dos recursos naturais equilibrado às gerações futuras ainda encarecem os cofres públicos do mundo todo não na condição de manutenção, mas de reparo, indenização, etc., para quem tem se tornado vítima.

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E isso é sério.

Interessante observar que diversos profissionais, órgãos ambientalistas e outros que se importam com essas questões parecem não mensurar esforços para atingir o equilíbrio das coisas, seja para reduzir e/ou eliminar a ocorrência de danos ao ser humano, seja para manter sob equilíbrio o uso desenfreado dos recursos naturais ainda disponíveis.

Mas apesar dos esforços se pode dizer que a sociedade ainda convive com a elevação de dados e informações negativas sobre a ocorrência de danos contra a saúde e o bem estar físico e/ou emocional da pessoa e também contra o meio ambiente. Contra a pessoa são os acidentes de uma forma geral, e com relação ao meio ambiente são as poluições, a destinação dos resíduos sólidos, principalmente, o desperdício, etc.

O que fazer, então, para resolver essas questões? Resposta difícil de pronunciar, principalmente porque a solução não mais depende da edição de Leis, de Portarias, de Normas ou de outras legislações específicas, pois no tempo atual, apesar de serem muitas não funcionam.

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Não funcionam porque o maior interessado nas soluções deveria ser o próprio ser humano, mas os que se interessam parecem ser apenas os acadêmicos e/ou os que detêm certo conhecimento sobre o que a #Natureza pode fazer para recompor esse ou aquele dano, isso se tratando do meio ambiente.

Com relação à preservação da saúde e integridade física dos seres humanos, se pode dizer que jamais haverá grandes avanços na prevenção se a mente dos que detêm poder (empresários, no caso) não mudar, ou seja, se a Alta Direção de cada empreendimento (sem importar o porte do negócio) não for a primeira a se importar frente-a-frente da questão humana (prevenção, de fato), a chance de se obter os melhores resultados será mínima (para não dizer nula).

Alta Direção; Diretoria; Nível gerencial; Gestores setoriais e departamentais; Mestres; Encarregados, e por fim operários, NESSA ordem e jamais ao contrário e/ou misturado é que devem se conscientizar da importância da prevenção e da preservação, se não...